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  • Supernovas na Via Láctea


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    Alguns dos remanescentes de supernova que ocorreram na Via Láctea. 1 pc = 3,26 al.

    As estrelas mantêm-se estáveis na maior parte da sua vida convertendo o hidrogénio e hélio provenientes da nucleossíntese primordial (logo após o big bang) em carbono, azoto, oxigénio, cálcio, etc.. Porém, estas reacções de fusão nuclear exo-energéticas terminam no ferro.

    A evolução química posterior nas galáxias e, por isso, do universo como um todo, faz-se através das supernovas (SN). A explosão de estrelas de grande massa (a SN, que dura 1 segundo) é responsável pela formação dos elementos atómicos mais pesados do que o ferro. Além disso, como os tempos de vida destas estrelas rondam os 10 ou 100 milhões de anos, contribuem para uma evolução química rápida no universo. Estas explosões libertam ≈1 milhão de vezes a energia total que os 0,4 biliões (milhão de milhão) de estrelas da Via Láctea produzem por segundo, tornando inabitável qualquer planeta na sua proximidade. A Via Láctea apresenta uma taxa média de 2 SN/século, essencialmente distribuídas ao longo do disco galáctico.

    Apresenta-se uma pequena colecção de remanescentes de SNs que ocorreram na Via Láctea e têm sido observadas com os modernos telescópios, que vão desde o rádio até aos raios X. São composições das imagens obtidas em várias bandas espectrais em observatórios terrestres e espaciais.

    © ESA ESO NASA HST

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