Observatório Astronómico de Lisboa http://oal.ul.pt Sun, 24 May 2015 16:50:45 +0000 pt-PT hourly 1 Noites no Observatório – Astro Homus (Mai 2015) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-astro-homus-mai-2015/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-astro-homus-mai-2015/#comments Mon, 18 May 2015 13:25:21 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364801 A atividade mensal das NOAL será realizada no sábado 30–Maio–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A sessão deste mês enquadra o lançamento do livro Astro Homus, um projeto que tem como objetivo revelar os bastidores da [...]]]> A atividade mensal das NOAL será realizada no sábado 30–Maio–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A sessão deste mês enquadra o lançamento do livro Astro Homus, um projeto que tem como objetivo revelar os bastidores da Astronomia, utilizando fotografia e os testemunhos dos protagonistas para dar a conhecer o lado humano desta ciência.

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A palestra é subordinada ao tema “Astro Homus – O lado humano da Astronomia”, por Pedro Figueira, José Afonso, Alexandre Cabral e Manuel Abreu, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a atividade requer uma inscrição prévia que se efetua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta atividade.

“Astro Homus – O lado humano da Astronomia”

Nos dias que correm, existe uma cobertura mediática considerável dos resultados científicos mais importantes, que são assim apresentados à sociedade. Contudo, continua a predominar uma visão extremamente estereotipada do que é ser um cientista ou fazer ciência, sendo estes tomados como elementos à margem da sociedade. A astronomia, apesar de privilegiada por cativar mais frequentemente o interesse do público, sendo portanto mais inclusiva, não é exceção.

Propondo-se a combater estes estereótipos, o projeto Astro Homus viajou por vários países com o objetivo de documentar o lado humano da astronomia e mostrar os bastidores do que é fazer ciência, em todo o seu caráter vibrante e extremamente pessoal. Enquadradas na temática da astronomia em geral e dos planetas extrasolares em particular, abordaremos questões como o que faz os astrónomos escolherem as suas profissões ou como se relacionam, num formato de discussão em tertúlia.

 

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O céu noturno em maio de 2015 http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-maio-de-2015/ http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-maio-de-2015/#comments Thu, 30 Apr 2015 16:29:28 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364756 Apenas Mercúrio, Vénus, Júpiter e Saturno dos planetas visíveis a olho nu podem ser observáveis no céu noturno de maio

Mercúrio será visível, de tarde, por altura do final do crepúsculo civil até meados de maio. Encontra-se na direção Oeste.

Vénus aparecerá muito brilhante e será visível como estrela da tarde, e poderá ser facilmente [...]]]> Apenas Mercúrio, Vénus, Júpiter e Saturno dos planetas visíveis a olho nu podem ser observáveis no céu noturno de maio

Mercúrio será visível, de tarde, por altura do final do crepúsculo civil até meados de maio. Encontra-se na direção Oeste.

Vénus aparecerá muito brilhante e será visível como estrela da tarde, e poderá ser facilmente identificado pelo seu grande brilho. Encontra-se na direção Noroeste.

Júpiter pode ser visto, na constelação de Caranguejo, durante grande parte da noite.

Saturno, encontra-se na constelação de Balança, na direção Sudeste e pode ser observado durante grande parte da noite.

A tabela abaixo mostra as horas de visibilidade destes planetas.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso dos seguintes planetas visíveis a olho nu

TAB_MVTAB_SJ Urano e Neptuno também visíveis no céu noturno de março

Urano, estará visível no céu matutino na constelação de Peixes. E Neptuno, estará visível no céu matutino, na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.
Os planetas Urano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas Urano e Neptuno
TAB_UNPara obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Visibilidade dos Planetas em 2015 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros η Aquáridas, Ariétidas e ζ Perseidas em maio

A Terra cruza a órbita do cometa 1P/Halley e são os restos deste cometa os responsáveis pela chuva de meteoros das η Aquáridas. A sua atividade decorre entre 19 de abril e 28 de maio. As previsões indicam que as η Aquáridas estão num dos seus períodos menos ativos do seu eventual ciclo de 12 anos, por isso a  THZ (Taxa Horária Zenital) estimada é relativamente baixa, de apenas 40 meteoros por hora. O nome desta chuva de meteoros resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Aquário (o radiante). A constelação do Aquário só começa a nascer por volta das 3 horas da manhã a sudeste. Assim sendo, só a partir desta altura é que é possível a observação das η Aquáridas.

Em finais de maio têm inicio as chuvas de meteoros das Ariétidas e das ζ Perseidas que serão essencialmente diurnas, visíveis a partir das primeiras horas da manhã, geralmente uma hora antes do amanhecer, por ambas as constelações do Carneiro e de Perseu se encontrarem próximas do Sol.

 

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Fig. 1 – Céu visível às 22:00 horas do dia 06/05/2015 em Lisboa mostrando os planetas Vénus, Júpiter e Saturno.

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das η Aquáridas, Ariétidas e ζ Perseidas

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Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em maio

fasesluamai15Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

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Fig. 2 -A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)
A órbita lunar em maio

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 3 -A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

orblua15Para obter mais informação sobre o apogeu e perigeu lunar consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Apogeu e Perigeu lunar.

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25 anos do HST – Nebulosas http://oal.ul.pt/25-anos-do-hst-nebulosas/ http://oal.ul.pt/25-anos-do-hst-nebulosas/#comments Sun, 26 Apr 2015 15:52:33 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364728

Em 24 de Abril de 2015 o Telescópio Espacial Hubble (HST – Hubble Space Telescope) cumpriu 25 anos de serviço. Foi um telescópio revolucionário lançado em 1990 pois, apesar do seu espelho primário com apenas 2,4 metros de [...]]]> HST25anosNebulosas_animweb

Em 24 de Abril de 2015 o Telescópio Espacial Hubble (HST – Hubble Space Telescope) cumpriu 25 anos de serviço. Foi um telescópio revolucionário lançado em 1990 pois, apesar do seu espelho primário com apenas 2,4 metros de diâmetro, a qualidade da imagem permitiu estudar em altíssimo detalhe todos os objetos que observou. O HST fez a revolução na astronomia e na astrofísica!

Nesta segunda escolha (nossa) das imagens obtidas com o HST e incluídas nas 100 melhores pelo STScI neste aniversário, estão algumas das estruturas nebulosas que permeiam a Via Láctea. São objecto de estudo intensivo devido à elevada dinâmica e aos modelos teóricos necessários para compreender a formação das estrelas, sua evolução e como se integram no ambiente galáctico.

Encontram-se aqui 11 imagens maravilhosas da nebulosa do Orionte, a mais rica região de formação estelar intensa e muito próxima da Terra, mas também da vasta região na constelação da Quilha do Barco (Carina) onde se encontram grupos de estrelas muito jovens e maciças, o que lhes confere um temperatura acima nos 15.000K e um vento estelar de partículas que é destruidor.

A peculiar e belíssima nebulosa do Cone é uma estrutura gigante de gás e poeira empurrada pela luz de estrelas quentes e muito brilhantes acima dela. A radiação UV aquece-a separando o gás de hidrogénio, que excitado emite a cor vermelha (Hα), num halo luminoso que envolve este pilar de poeira, mas permanece opaco em larga escala.

As estrelas muito quentes têm um tempo de vida de apenas milhões de anos e terminam muitas vezes em supernova. Bons exemplos são os enxames Pismi 24, o objecto V838 Monocerotis ou a nebulosa da Borboleta (NGC 6302), com ejecções a 270 km/s provindas duma estrela central em fase final, que emite radiação UV e ilumina por excitação o gás já ejectado.

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Curso “Origens das Galáxias” 2015 http://oal.ul.pt/curso-origens-das-galaxias-2015/ http://oal.ul.pt/curso-origens-das-galaxias-2015/#comments Sat, 25 Apr 2015 10:16:32 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364541

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Quais são as galáxias mais distantes que se conhecem? O que se sabe sobre elas? Como as explicam os modelos actuais? E que novas observações se farão nas próximas décadas? Não perca este curso dado pelo Prof. José Afonso no OAL, de 9 a 23 de Maio de 2015. Inscreva-se  aqui.

As galáxias são as grandes estruturas do Universo, possuindo uma variedade estonteante. Há cem anos não se conheciam ainda estes “Universos-ilha”, mas sabe-se hoje que ocupam quase todo o Universo observável. Desde pequenas galáxias quase sem estrelas, prováveis “destroços” de outras maiores, até às grandes “canibais” dos enxames galácticos, encontramos-nos hoje a tentar perceber como estes colossos se formaram. As observações, fazendo uso pleno das capacidades observacionais actuais, fornecem pistas sobre todo o processo. Modelos existem que descrevem como as primeiras galáxias terão surgido. Contudo, os modelos esbarram ainda, e frequentemente, em contradições com os dados observacionais, numa discordância que parece difícil de resolver.

Este curso focará o conhecimento actual sobre a formação de galáxias. Particular atenção será dada aos modelos e respectivas previsões, bem como aos limites impostos pelas capacidades observacionais.

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Videodifusão de palestra pública (Abril 2015) http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-abril-2015/ http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-abril-2015/#comments Fri, 24 Apr 2015 20:36:24 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364716 Dia 25 de Abril de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Volta ao Universo em 80±40 Slides
Ciro Pappalardo, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

No dia 25 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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Dia 25 de Abril de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Volta ao Universo em 80±40 Slides
Ciro Pappalardo, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

No dia 25 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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25 anos do HST – Planetas http://oal.ul.pt/25-anos-do-hst-planetas/ http://oal.ul.pt/25-anos-do-hst-planetas/#comments Fri, 24 Apr 2015 10:21:01 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364697

Em 24 de Abril de 2015 o Telescópio Espacial Hubble (HST – Hubble Space Telescope) cumpre 25 anos de serviço. Foi um telescópio revolucionário lançado em 1990 pois, apesar de ter um espelho primário com apenas [...]]]> HST25anosPlanetasAnim_web

Em 24 de Abril de 2015 o Telescópio Espacial Hubble (HST – Hubble Space Telescope) cumpre 25 anos de serviço. Foi um telescópio revolucionário lançado em 1990 pois, apesar de ter um espelho primário com apenas 2,4 metros de diâmetro, a qualidade da imagem conseguida permitiu estudar em altíssimo detalhe todos os objetos que observou. Por estar acima da atmosfera terrestre a turbulência da mesma não desfoca as imagens obtidas, o que permitiu uma nitidez melhorada num factor de 100 vezes, em relação aos telescópios terrestres.

O HST fez a revolução na astronomia e na astrofísica! Porém, as primeiras imagens mostraram que o espelho primário sofria de aberração de esfericidade e a qualidade conseguida era inferior à esperada. Na primeira missão de manutenção ao HST, feita com o Space Shuttle, foram introduzidos os elementos ópticos de correcção e tudo passou a funcionar bem.

aneisUrano_hst1994As áreas de investigação foram bem escolhidas e os resultados surpreenderam de imediato. O OAL inicia uma pequena série de resumos das imagens mais espectaculares obtidas com o HST nestes 25 anos e o tema do Sistema Solar é logo o primeiro. O HST permitiu estudar os planetas dum modo apenas anteriormente conseguido com as sondas espaciais, projectos que são muitos mais dispensiosos e demorados. Por exemplo, foram observados pela 1ª vez os anéis de Úrano a partir da Terra.

Seleccionámos para mostrar uma pequena colecção de imagens dos planetas do nosso Sistema Solar, assim como a detecção do planeta b que gravita a estrela Fomalhaut, ainda imerso na nebulosa proto-planetária da estrela. Imagem no infra vermelho.

 

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Noites de Ciências – Abril 2015 http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-abril-2015/ http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-abril-2015/#comments Tue, 21 Apr 2015 10:25:50 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364654 palestrasLuz2015_web

Nas comemorações do Ano Internacional da Luz, a Faculdade de Ciências da ULisboa organiza o ciclo de palestras mensais “Noites de Ciências, Noites de Luz“, dirigidas ao público não especialista, genérico, mas curioso do conhecimento científico.

A sessão inaugural desta iniciativa terá lugar no dia 24 de abril, com duas componentes:

— Exposição de Lasers.   20h00-21h30 > átrio do edifício C3

Actividade coordenada pelos Doutores Manuel Abreu e Alexandre Cabral do LOLS e IA, da FCUL.

O laser é uma fonte de luz artificial cuja invenção remonta aos anos 60 do século XX. Theodore Maiman construiu então, pela primeira vez, uma fonte de radiação com características muito particulares, de cor vermelha, que constituiu o início de uma aventura científica e tecnológica que perdura até os dias de hoje. Os lasers têm na atualidade uma quantidade enorme de aplicações, que vão desde o leitor de DVDs à astronomia e aos reatores de fusão nuclear.

Esta pequena exposição mostra alguns destes dispositivos e as suas aplicações.

— Palestra  “Luz: natureza, aplicações e ficção“.  21h30 > anfiteatro 3.2.14 no C3

A Luz levanta interrogações fundamentais, gera aplicações que, de tão banais que são, se integraram plenamente na nossa vida quotidiana. Mais importante ainda, a Luz faz sonhar, apimenta a imaginação, dos novos aos velhos, numa mistura de desejo, sonho e de imaginação do futuro.

Numa conversa que se pretende dialogante o Prof. Dr. José Manuel Rebordão, da Faculdade de Ciências da ULisboa (LOLS e IA), procurará clarificar alguns conceitos, contextualizar algumas aplicações e triar sonhos, entre os que são compatíveis com os princípios da Física e aqueles que permanecerão, provavelmente para sempre, no mundo da imaginação.

A palestra estará ao vivo na internet no site da FCUL permitindo que, no final da mesma às 22:30, a sessão de perguntas-respostas envolva também quem participa via rede.

As actividades são gratuitas e ocorrem sempre na última 6ª feira de cada mês, excepto em Dezembro. Realizam-se no anfiteatro 3.1.14 do edifício C3 da FCUL (Campo Grande em Lisboa) e, nessas noites, os participantes têm estacionamento gratuito no parque da FCUL a partir das 19:45.

Todas as palestras têm a coordenação do Prof. Rui Agostinho, que também faz a apresentação dos palestrantes e a dinamização da actividade. Veja aqui a lista das próximas actividades neste ciclo.

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Noites de Ciências, Noites de Luz http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-noites-de-luz/ http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-noites-de-luz/#comments Sun, 19 Apr 2015 15:33:26 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364604 ciencias_ul_azul_h_sass_web

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Nas comemorações do Ano Internacional da Luz a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa organiza o ciclo de actividades com palestras mensais designado “Noites de Ciências, Noites de Luz”, que são dirigidas ao público não especialista, mas curioso do conhecimento científico. O Observatório Astronómico de Lisboa associa-se activamente a esta iniciativa.

Venha connosco e fascine-se nas Ciências!

As actividades são gratuitas e ocorrem sempre na última 6ª feira de cada mês, excepto em Dezembro. Realizam-se no anfiteatro 3.1.14 do edifício C3 da FCUL (Campo Grande em Lisboa) e, nessas noites, os participantes têm estacionamento gratuito no parque da FCUL a partir das 19:45.

Em cada mês a actividade inicia-se às 20:00 e tem duas componentes:

a) Exposição das 20:00 às 21:30. No átrio de entrada do edifício C3 haverá uma actividade complementar expositiva, guiada ou acompanhada, de material laboratorial, científico, histórico, demonstrativo ou interactivo, figuras, imagens e fotografias, espécimens ou rochas, música ao vivo, pinturas e esculturas, observação astronómica ao telescópio (fora do átrio), etc.. Neste espaço há um bar de apoio que proporciona um ambiente de café-cultural, informal, pra cavaqueira da ciência e da arte.

b) A Palestra inicia-se às 21:30 e demora cerca de 1 hora. Estará ao vivo na internet permitindo que, no final da mesma às 22:30, a sessão de perguntas-respostas envolva também quem participa via rede.

Todas as palestras têm a coordenação de Rui Agostinho, que faz a apresentação dos palestrantes além da dinamização da actividade.

A lista de actividades para 2015 será completada atempadamente mas, desde já, é a seguinte:

  • 24/abr  –  “Luz: Natureza, Aplicações e Ficção ” por José M. Rebordão.
    • —  “Lasers”  exposição didáctica acompanhada por Manuel Abreu.
  • 29/mai  –  “A Luz na História da Ciência ” por Henrique Leitão.
    • —  Observações astronómicas acompanhadas por Rui Agostinho.
  • 26/jun  –  “A Luz na Observação da Terra com Satélites ” por Carlos da Câmara.
    • — Exposição de imagens e detectores. Por confirmar.
  • 31/jul  –  “A Luz do Cosmos na Astrofísica ” por Rui J. Agostinho.
    • — Exposição de imagens e detectores usados em telescópios. Por confirmar.
  • 28/ago  –  “palestra” por confirmar.
    • — Exposição de… Por confirmar.
  • 25/set  –  “A Energia Fotovoltaica e suas Aplicações ” por João M. Serra.
    • — Exposição de sensores e trabalhos em desenvolvimento. Por confirmar.
  • 30/out  –  “No Princípio Era a Luz…” por António J. da Silva.
    • — Exposição de… Por confirmar.
  • 27/nov  –  “Eclipse do Sol e a Teoria da Relatividade Geral ” por Paulo Crawford.
    • — Exposição de… Por confirmar.
  • 18/dez  –  “A Cor ” por José Martinho Simões.
    • — Exposição de… Por confirmar.
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Noites no Observatório – Global Star Party (Abr 2015) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-global-star-party-mar-2015/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-global-star-party-mar-2015/#comments Mon, 13 Apr 2015 16:52:01 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364396 No mês de Abril de 2015 as NOAL associam-se à celebração do “Global Astronomy Month 2015“, enquadrando a iniciativa “Global Star Party” na sua sessão mensal.

A “Global Star Party” é um evento de proporções planetárias, que tem como objetivo reunir todos aqueles que desejam contemplar o céu e viver o seu interesse [...]]]> No mês de Abril de 2015 as NOAL associam-se à celebração do “Global Astronomy Month 2015“, enquadrando a iniciativa “Global Star Party” na sua sessão mensal.

A “Global Star Party” é um evento de proporções planetárias, que tem como objetivo reunir todos aqueles que desejam contemplar o céu e viver o seu interesse pela Astronomia.

A atividade das NOAL deste mês será realizada no sábado 25–Abril–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

Como habitualmente, haverá telescópios nas observações mas, no entanto, convidamos e encorajamos os participantes a trazer e a utilizar os seus equipamentos de observação (binóculos, lunetas, telescópios). A equipa das NOAL auxiliará o público nesta atividade dentro das suas possibilidades.

Como o espaço disponível é limitado, caso esteja interessado em trazer o seu equipamento, envie um email para noitesoal@oal.ul.pt.

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A palestra é subordinada ao tema “Volta ao Universo em 80±40 Slides”, proferida por Ciro Pappalardo, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a actividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta actividade.

“Volta ao Universo em 80±40 Slides”

Nesta palestra vou começar por explicar como se desenvolveu, no início dos anos 20, todo o debate sobre a possibilidade da existência de um Universo fora da nossa “aldeia” chamada Sistema Solar. Foi um período atribulado, cheio de notícias contrastantes, e com novas ideias que despoletavam discussões sobre a teoria existente. Em resumo, um período com poucas certezas e muitas dúvidas e, portanto, muito interessante.

Na segunda parte da apresentação, vou descrever o processo da evolução de galáxias a partir de novas imagens do Universo primordial. Com o acesso a novos instrumentos estamos a investigar pela primeira vez aquilo que se passou logo após o início do tempo e da história do Universo.

Finalmente vou terminar com alguns factos interessantes para o futuro de todos. A consciência nunca para de nos surpreender e espero que todos os presentes nesta palestra se sintam surpreendidos…

 

Nota Biográfica:

Ciro Pappalardo é originário de Sicília, no sul de Itália, e desde pequeno sempre desejou percorrer o mundo. Em pouco tempo, Ciro percebeu que na realidade o mundo é pequeno, tendo decidido assim estudar o Universo… que é verdadeiramente grande. Doutorado em Astronomia pela Universidade de Estrasburgo, trabalhou no Observatório Astrofísico de Arcetri, em Florença, onde estudou novos dados provenientes de um telescópio que o permitiram observar por uma janela nunca antes aberta. Afirma que foi uma boa experiência na terra de Dante Alighieri e de Girolamo Savonarola. Atualmente é investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), onde trabalha ativamente no estudo da formação e evolução de galáxias. Gosta de correr, todos os dias, pela Tapada da Ajuda e ouvir fado às 4 da manhã em Alfama.

 

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O Sol Dinâmico http://oal.ul.pt/o-sol-dinamico/ http://oal.ul.pt/o-sol-dinamico/#comments Sat, 11 Apr 2015 18:09:48 +0000 http://oal.ul.pt/?p=364359

Solar Dynamics Observatory é um observatório espacial da NASA, que tem monitorizado o sol em alta resolução e continuamente desde 2010. As imagens têm permitido estudar a relação Sol-Terra [...]]]> erupcaoSolar_web

Solar Dynamics Observatory é um observatório espacial da NASA, que tem monitorizado o sol em alta resolução e continuamente desde 2010. As imagens têm permitido estudar a relação Sol-Terra através da dinâmica da atmosfera solar em diversas bandas espectrais e detalhadamente. O campo magnético solar é responsável pela dinâmica observada que é bastante complexa e nos objectivos científicos incluem-se a criação e estrutura do mesmo, como é gerada a energia deste campo e transmitida para a helioesfera e espaço interplanetário na forma de vento solar, partículas energéticas além das variações na radiância do sol.

Michael König utilizou as imagens em 4K do disco solar obtidas pelo SDO nos canais UV (ultravioleta) extremos, no comprimento de onda de 30,4 nm (correspondente a uma temperatura de excitação de 50.000 Kelvin) em combinação com o canal nos 17,1 nm (6,3×105 Kelvin). As imagens são do Goddard Space Flight Center, Scientific Visualization Studio, NASA.

A montagem em time-lapse (clique na imagem) inclui fenómenos fantásticos e visualmente artísticos da actividade solar, como espículas, explosões, filamentos, chuva coronal, erupções do plasma fotosférico e cromosférico, o trânsito de Vénus em 2012 e dois eclipses, entre outras. A essa selecção juntou a música “Una” do álbum Utopia de Murcof e o resultado é uma viagem sensorial pela beleza explosiva do sol. A sequência das imagens usadas é a seguinte:

1. Actividade solar  —  Outubro 2013
2. Proeminência solar a “ferver”  —  Fevereiro 2013
3. Regiões activas  —  Outubro 2013
4. Lançamento de filamento  —  Novembro 2011
5. Contorção de proeminência  —  Setembro 2012
6. Actividade solar  —  Outubro 2014
7. Proeminência solar  —  Julho 2013
8. Trânsito lunar (eclipse parcial)  —  Janeiro 2014
9. Dança de proeminência solar  —  Dezembro 2012
10. Actividade solar  —  Outubro 2013
11. Erupção de plasma  —  Setembro 2012
12. Chuva Coronal  —  Julho 2012
13. Regiões activas  —  Outubro 2013
14. Erupção Trebuchet  —  Fevereiro 2011
15. Proeminência solar  —  Outubro 2013
16. Trânsito de Vénus  —  Junho 2012
17. Erupção solar extrema  —  Junho 2011
18. Filamento solar eruptivo e ’canyon’ de fogo  —  Setembro 2013
19. Filamento solar eruptivo  —  Março 2015
20. Cometa ’lovejoy’ na coroa solar  —  Dezembro 2011
21. Eclipse total do sol e proeminência escura  —  Setembro 2012

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