Observatório Astronómico de Lisboa http://oal.ul.pt Mon, 28 Jul 2014 16:53:27 +0000 pt-PT hourly 1 Videodifusão da Palestra Pública (Julho 2014) http://oal.ul.pt/videodifusao-da-palestra-publica-julho-2014/ http://oal.ul.pt/videodifusao-da-palestra-publica-julho-2014/#comments Sat, 26 Jul 2014 17:49:00 +0000 http://oal.ul.pt/?p=353000 Dia 26 de Julho de 2014, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Do Big Bang aos Buracos Negros
pelo Doutor Paulo Crawford (Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa).

No dia 26 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/caaul/nnoal/

 

NOTA:

A partir de Março [...]]]> Dia 26 de Julho de 2014, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Do Big Bang aos Buracos Negros
pelo Doutor Paulo Crawford (Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa).

No dia 26 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/caaul/nnoal/

 

NOTA:

A partir de Março de 2014 foi efetuada uma atualização tecnológica no processo de videodifusão das palestras públicas no OAL.
A página a partir da qual é possível visualizar o sinal vídeo passou a estar alojada nos servidores da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN). Além de melhorar a qualidade de som e imagem, a atualização permite também visualizar as palestras a partir de dispositivos moveis.

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Noites no Observatório (Jul 2014) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jul-2014/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jul-2014/#comments Wed, 16 Jul 2014 10:57:27 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352845 A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 26–Julho–2014. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A palestra é subordinada ao tema “Do Big Bang aos Buracos Negros”, proferida pelo Doutor Paulo Crawford, do Centro de Astronomia [...]]]> A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 26–Julho–2014. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

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A palestra é subordinada ao tema “Do Big Bang aos Buracos Negros”, proferida pelo Doutor Paulo Crawford, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa.


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a actividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta actividade.

“Do Big Bang aos Buracos Negros”

Ao fim de um intenso trabalho de 8 anos para tornar compatível a teoria da Gravitação de Newton com o Princípio da Relatividade e com as novas concepções do espaço e tempo relativos, que desse princípio derivam, durante o mês de Novembro de 1915 Einstein obtém finalmente as suas equações da Relatividade Generalizada, cujas consequências haveriam de ser dramáticas na forma como modificaram o panorama intelectual da época. Logo em 1917 Einstein obtém o primeiro modelo cosmológico para descrever o Universo na sua globalidade. Essa primeira solução estática seria abandonada mais tarde, mas lançaria as bases do futuro modelo do Universo em expansão, a que chamamos o Big Bang.
Mas as consequências teóricas da sua Teoria da Relatividade Geral não ficariam por aí. Na sequência de vários trabalhos físico-matemáticos e astrofísicos, e contra a intuição do próprio Einstein, a sua teoria haveria de prever o colapso gravitacional das estrelas de grande massa, dando origem a um dos mais enigmáticos resultados teóricos: a formação de um Buraco Negro. É essa a história que iremos recordar.
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Mercúrio na elongação máxima (12-jul-2014) http://oal.ul.pt/mercurio-na-elongacao-maxima-12-jul-2014/ http://oal.ul.pt/mercurio-na-elongacao-maxima-12-jul-2014/#comments Tue, 15 Jul 2014 13:14:27 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352832 A elongação máxima é a máxima distância angular do planeta ao sol. As épocas de elongação máxima são as mais favoráveis para a observação de Mercúrio porque noutras alturas este está demasiado próximo do sol, o que impede a sua visibilidade.

No dia 12 de julho, Mercúrio atingiu uma elongação de 21º e pôde ser visto durante 51 minutos próximo do horizonte leste, antes do nascimento do sol. A observação continuará a ser possível até ao dia 3 de agosto, altura em que Mercúrio passará a nascer após o crepúsculo civil e deixará de ser visível. Com o passar dos dias, no período entre 12 de julho e 3 de agosto, a elongação de Mercúrio vai diminuindo, o tempo de visibilidade vai também em geral diminuindo, o planeta será visível mais baixo no céu, mas o seu brilho vai aumentando. Na tabela seguinte apresentamos a duração da visibilidade, altura máxima durante a visibilidade (atingida no crepúsculo civil) e o azimute para esse mesmo instante.

Consulte ainda aqui toda a informação sobre a visibilidade de Mercúrio no ano 2014.

mercurio_elengacao_1407

Para obter informações sobre a “Visibilidade de mercúrio em 2014″ consulte a tabela Crepúsculos, Nascimento e Ocaso do Sol, Nascimento e Ocaso do planeta Mercúrio, Magnitude, Visibilidade (Lisboa)

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2014/ Visibilidade dos Planetas em 2014

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As 3 Super Luas de 2014 http://oal.ul.pt/as-3-super-luas-de-2014/ http://oal.ul.pt/as-3-super-luas-de-2014/#comments Fri, 11 Jul 2014 14:06:20 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352811 Em junho de 2013 foi divulgado nos meios de comunicação social a ocorrência de uma Super Lua, assim denominada por estar cerca de 14% maior e cerca de 30% mais brilhante do que as outras luas cheias de 2013. Houve grande afluência de público no OAL para a observar e todos nos maravilhamos com o fenómeno astronómico.

Neste verão de 2014, todas as Luas Cheias, que ocorrerão nos dias 12 de julho, 10 de agosto e 9 de setembro, serão Super Luas. Os instantes de Lua Cheia não coincidirão exatamente com os instantes do perigeu, mas estarão muito próximos. A Super Lua mais favorável para observar será a do dia 10 de agosto, em que por um lado os instantes do perigeu e da lua cheia estão apenas desfasados de 26 minutos e por outro lado são próximos do instante do nascimento da lua. Estando a lua próxima do horizonte, ocorre um efeito extra de ampliação, mas que é apenas uma ilusão produzida por razões ainda não totalmente compreendidas pelos astrónomos e psicólogos… confirme AQUI!

Definição de Super Lua: Fala-se em Super Lua sempre que o instante de Lua Cheia ocorre quando a Lua está a uma distância da Terra inferior a 110% do perigeu da sua órbita. Em termos temporais, isto significa que a diferença entre os instantes de Lua Cheia e do perigeu é menor do que 1 dia e 8 horas. Segundo esta definição é possível ocorrer uma Super Lua frequentemente, mas nem todas terão o mesmo tamanho e brilho aparentes.

tabela_super_luas_2014

De modo geral, luas cheias ocorrem próximo do perigeu a cada 13 meses e 18 dias, por isso não é tão incomum. No ano passado também houve três Luas cheias próximas do perigeu, mas apenas uma, a mais favorável é que foi divulgada.

Vejam na tabela acima, os instantes de lua cheia, lua no perigeu, nascimento e ocaso da lua para as três Super Luas de 2014.

Gostaríamos de realçar a Super Lua de agosto, o seu instante de Lua Cheia ocorrerá no domingo 10 de agosto às 19h09min, enquanto que o perigeu ocorrerá pelas 18h43min. Observa-se nesta tabela que as distâncias do perigeu e apogeu não são constantes e que em 2014 o perigeu mais próximo é a 10 de agosto. A lua nesse dia estará mais exuberante por atingir a distância mínima da Terra em fase de Lua Cheia. A lua nascerá em Lisboa às 20h16min e põe-se às 6h22min.

Em 2015, será a 28 de setembro que a Lua Cheia ocorrerá próximo do perigeu.

A órbita lunar

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. Isso faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra em cada mês lunar (27,3 dias). O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. Sendo a distância média Terra-Lua <dTL>= 384.400 km, no perigeu e apogeu (médios) a distância Lua-Terra é de 363 100 e 405 700 quilómetros, respetivamente.

Fig. 1 - Figura ilustrativa da órbita lunar. A excentricidade foi exagerada para melhor ilustrar o efeito.

Fig. 1 – Figura ilustrativa da órbita lunar. A excentricidade foi exagerada para melhor ilustrar o efeito.

Pode ver-se na Fig. 1.1 a forma ‘real’ da órbita lunar, quando calculada com a força gravítica do sol e de todos os planetas do sistema solar, mas dispostos no plano da eclíptica (duas dimensões, 2D).

orbitaLunar2D_SmallWeb

Fig. 1.1 – Órbita lunar duma simulação do Sistema Solar completo, a 2D. (clique para ver a animação)

Clique na imagem para ver uma simulação da evolução temporal da órbita lunar. Nota-se que a órbita não é uma elipse fechada e que precessa em torno do ponto médio, o centro de massa (CM) do sistema Terra-Lua. É distinguível o movimento da Terra em torno do CM. A excentricidade das órbitas varia entre 2,6% e 7,7%.

A órbita lunar e as fases da Lua

À medida que a Terra e o seu satélite natural progridem à volta do Sol, ocorre Lua Cheia quando há  um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. Porém, a Lua Cheia só ocorre próxima do perigeu uma vez por ano, como se vê na Fig.2. Designa-se por Lua Cheia no perigeu.

Fig. 2 - Figura ilustrativa das órbitas da Lua e da Terra com as excentricidades exageradas. A figura mostra a fase de Lua cheia em várias posições da órbita da Lua em torno da Terra.

Fig. 2 – Figura ilustrativa das órbitas da Lua e da Terra com as excentricidades exageradas. A figura mostra a fase de Lua cheia em várias posições da órbita da Lua em torno da Terra.

 

Habitualmente a Lua passa no perigeu com outras fases de iluminação (ver Fig.3).

Fig. 3 - Figura ilustrativa das órbitas da Lua e da Terra com as excentricidades exageradas. A figura mostra as fases da Lua no perigeu em várias posições da órbita da Terra em torno do Sol.

Fig. 3 – Figura ilustrativa das órbitas da Lua e da Terra com as excentricidades exageradas. A figura mostra as fases da Lua no perigeu em várias posições da órbita da Terra em torno do Sol.

 

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Astronomia de Verão OAL 2014 http://oal.ul.pt/astronomia-de-verao-oal-2014/ http://oal.ul.pt/astronomia-de-verao-oal-2014/#comments Mon, 07 Jul 2014 08:59:21 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352785 Em 2014, o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) volta a colaborar com a Agência Nacional Ciência Viva, promovendo atividades integradas na Ciência Viva no Verão. Este ano além das sessões habituais que decorrem no OAL, participamos também em sessões que decorrem no Lousal, em colaboração com o Centro Ciência Viva do Lousal.

Ciencia Viva de Verão 2014

Observatório Astronómico de Lisboa

As atividades realizam-se todas as sexta-feiras de Verão, desde 18 de Julho até 12 de Setembro de 2014 (exceto o dia 1 de Agosto), no OAL.
São duas as atividades a desenvolver em cada 6ª feira:

A observação do Sol e o relógio solar

Observações do disco solar, tanto com filtro neutro como filtro H alfa, para se ver as manchas solares e as protuberâncias. Montagem de um relógio solar e aprender como usá-lo, entendendo o seu funcionamento e a astronomia da hora solar. Montagem, ainda, de um relógio noturno – noturlábio – usado pelos navegantes. Os participantes levam consigo os relógios que construirem.

Observar a Telescópio e Conhecer o Universo

Observação astronómica com telescópios de grande qualidade e com o apoio de especialistas em astrofísica. Observam-se astros do sistema solar, estrelas e enxames, nebulosas e galáxias, dependendo da noite.

Datas e horas de início das atividades:

Data Observação do Sol Observação noturna
18 Julho 16:00 22:10
25 Julho 16:00 22:00
08 Agosto 15:45 21:45
15 Agosto 15:45 21:30
22 Agosto 15:30 21:20
29 Agosto 15:30 21:10
05 Setembro 15:20 21:00
12 Setembro 15:20 20:50

O acesso à atividade é livre mas carece de uma inscrição prévia pois, por motivos logísticos, existe um número máximo de participantes.

A inscrição é efetuada diretamente no sítio do Ciência Viva, separadamente para cada atividade.

As inscrições abriram no dia 8 de julho de 2014, INSCREVA-SE →

 

Centro Ciência Viva do Lousal

São quatro as sessões de observação noturna a decorrer no Lousal que contam com a participação do OAL (Rui Agostinho). O mote genérico das sessões é uma “Viagem no Cosmos”: após uma introdução explanatória viaja-se num belíssimo passeio pelo céu recorrendo à observação com telescópios e à qualidade excecional do céu do local. Assim, é possível dedicar cada sessão a “corpos celestes” diferentes e deliciarmos-nos no conhecimento do Cosmos.

Para mais informação, localização e inscrição clique no título da sessão e será redirecionado para a página respetiva no site do Ciência Viva.

6ª f. 18/07/2014 às 21h00 – Viagem no Cosmos: A Estrutura da Via Láctea

sáb. 26/07/2014 às 21h00 – Viagem no Cosmos: Enxames, Nebulosas e Galáxias

sáb. 09/08/2014 às 21h00 – Viagem no Cosmos: Chuva de Estrelas e a Lua

sáb. 16/08/2014 às 21h00 – Viagem no Cosmos: Úrano e Neptuno na noite escura

 

Com o apoio da http://www.cienciaviva.pt/home/

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Terra no Afélio (4-jul-2014) http://oal.ul.pt/terra-no-afelio-4-jul-2014/ http://oal.ul.pt/terra-no-afelio-4-jul-2014/#comments Fri, 04 Jul 2014 14:08:17 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352776 Hoje, dia 4 de julho de 2014 às 1:19, a terra passou no ponto mais afastado do sol, o afélio, a uma distância de 1,016681629 unidades astronómicas (UA). Hoje vê-se o sol mais pequeno do ano porque o seu diâmetro aparente (angular) atingiu o valor mínimo: 31,48’ (minutos de arco). Apesar do diâmetro verdadeiro do sol manter-se fixo (1,393 milhões de km), o ângulo observado entre o extremos esquerdo e direito do disco solar (diâmetro aparente) diminui ou aumenta, consoante a distância ao sol se altera.

Imagens do periélio (esquerda) e afélio (direita) obtidas em 2008. É evidente nesta imagem a diferença de diâmetro angular entre as duas situações. A olho nu a variação é quase impercetível (cerca de 1/30 de diferença). Crédito: Enrique Luque Cervigón

Imagens do periélio (esquerda) e afélio (direita) obtidas em 2008. É evidente nesta imagem a diferença de diâmetro angular entre as duas situações. A olho nu a variação é quase impercetível (cerca de 1/30 de diferença).
Crédito: Enrique Luque Cervigón

A distância média da terra ao sol é de 1 UA (Unidade Astronómica), ou seja 149,6 milhões de quilómetros. Na translação terrestre (movimento elíptico em torno do sol) a distância solar varia diariamente: no periélio está mais próxima e no afélio está mais afastada deste. No periélio, a 4 de janeiro de 2014 durante o inverno, a distância foi de “apenas” 0,983334719 UA, conferindo-lhe um diâmetro aparente de 32,55’.

Curiosidades
Se pensa que por ser verão no hemisfério norte a terra está mais perto do sol, desengane-se, porque é precisamente ao contrário! A justificação provém da inclinação do eixo da terra em relação ao seu plano orbital (de eclíptica) juntamente com o facto da nossa órbita elíptica ser quase circular… e muita física pelo meio.

Se gosta de conhecer e aprender estes assuntos, muito bem explicados pelos professores e investigadores da FCUL que trabalham no OAL-CAAUL, inscreva-se nos Cursos de Astronomia do OAL, agora com preços mais acessíveis.

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Ser Cientista (2014) http://oal.ul.pt/ser-cientista-2014/ http://oal.ul.pt/ser-cientista-2014/#comments Fri, 27 Jun 2014 09:22:20 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352699
Queres experimentar na primeira pessoa, a realidade da investigação científica na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa?

Queres conhecer por dentro o campus universitário e os seus laboratórios?

Só tens de escolher as áreas científicas que mais te interessam e candidatares-te!]]>
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Estás a frequentar o 11º ano?

 

Queres experimentar na primeira pessoa, a realidade da investigação científica na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa?

 

Queres conhecer por dentro o campus universitário e os seus laboratórios?

 

Só tens de escolher as áreas científicas que mais te interessam e candidatares-te!

 

Datas de candidatura

9 de junho a 4 de julho de 2014

Datas do programa

21 a 24 de julho de 2014

O que é?

Ser Cientista é um programa que tem por objetivo proporcionar aos alunos do ensino secundário uma aproximação à realidade da investigação científica pela integração temporária nas rotinas de trabalho de diferentes áreas científicas de Ciências.

Para quem?

O programa Ser Cientista destina-se a alunos que frequentam o 11º ano de escolaridade no ano letivo 2013/2014.

Organização

O programa Ser Cientista é uma iniciativa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com o apoio do projeto “Escolher Ciência – da escola à universidade” da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.

O Observatório Astronómico de Lisboa colabora nesta iniciativa promovendo atividades de Astronomia & Astrofísica e Cosmologia integradas na área das ciências físicas.

Links importantes:

Página do “Ser Cientista” na FCUL

Atividades de Astronomia & Astrofísica e Cosmologia

Candidaturas

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Noites no Observatório (Jun 2014) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jun-2014/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jun-2014/#comments Tue, 17 Jun 2014 10:03:50 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352558 A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 28–Junho–2014. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A palestra é subordinada ao tema “Como se Pesa o Universo?”, proferida pelo Doutor Nelson Nunes, do Centro de Astronomia e [...]]]> A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 28–Junho–2014. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

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A palestra é subordinada ao tema “Como se Pesa o Universo?”, proferida pelo Doutor Nelson Nunes, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa.


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a actividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta actividade.

“Como se Pesa o Universo?”

“Dêem-me um ponto de apoio e moverei o Mundo” são as famosas palavras de Arquimedes proferidas há muitos séculos. Entretanto, o desenvolvimento da Física e da Astronomia permitiu-nos de facto estimar as massa da Terra, do Sol, das Galáxias e mesmo compreender quais são as componentes do Universo e as suas respectivas abundâncias. Isto sem ajuda de pontos de apoio e alavancas. Nesta apresentação vamos descobrir quais são os truques e processos pelos quais os investigadores medem as massas dos corpos celestes e como sabemos que apenas 5% da matéria do Universo é composta de matéria normal, isto é, neutrões e protões.

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Solstício de Verão 2014 http://oal.ul.pt/solsticio-de-verao-2014/ http://oal.ul.pt/solsticio-de-verao-2014/#comments Tue, 17 Jun 2014 09:09:50 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352554 Este ano o Solstício de Verão ocorre no dia 21 de Junho às 11h51min. Este instante marca o início do Verão no Hemisfério Norte, Estação mais quente do ano. Esta estação prolonga-se por 93,65 dias até ao próximo Equinócio que ocorre no dia 23 de Setembro de 2014 às 03h29min.


Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as posições máxima e mínima de altura em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação do Sol atinge extremos: máxima no solstício de Verão e mínima no solstício de Inverno.

A palavra de origem latina (Solstitium) está associada à ideia de que o Sol devia estar estacionário, ao atingir a sua mais alta ou mais baixa posição no céu.

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Videodifusão da Palestra Pública (Maio 2014) http://oal.ul.pt/videodifusao-da-palestra-publica-maio-2014/ http://oal.ul.pt/videodifusao-da-palestra-publica-maio-2014/#comments Sat, 31 May 2014 19:38:14 +0000 http://oal.ul.pt/?p=352539 Dia 31 de Maio de 2014, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

A Nova Visão do Telescópio Mais Poderoso do Mundo (ALMA)
pelo Doutor José Afonso (Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa).

No dia 31 pelas 21h30 basta visitar o seguinte [...]]]> Dia 31 de Maio de 2014, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

A Nova Visão do Telescópio Mais Poderoso do Mundo (ALMA)
pelo Doutor José Afonso (Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa).

No dia 31 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/caaul/nnoal/

 

NOTA:

A partir de Março de 2014 foi efetuada uma atualização tecnológica no processo de videodifusão das palestras públicas no OAL.
A página a partir da qual é possível visualizar o sinal vídeo passou a estar alojada nos servidores da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN). Além de melhorar a qualidade de som e imagem, a atualização permite também visualizar as palestras a partir de dispositivos moveis.

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