Observatório Astronómico de Lisboa http://oal.ul.pt Fri, 04 Sep 2015 14:14:19 +0000 pt-PT hourly 1 O céu noturno em setembro de 2015 http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-setembro-de-2015/ http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-setembro-de-2015/#comments Mon, 31 Aug 2015 17:20:44 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366363 Super Lua acompanhada de Eclipse Total da Lua em setembro

Dia 28 de setembro será um bom dia para os aficionados da lua. Nesse dia, teremos não só a principal Super Lua deste ano, já referida pelo OAL no texto “As 3 Super Luas de 2015″, como ocorrerá em simultâneo um eclipse total da lua.

O eclipse total da lua será visível na Europa Ocidental, incluindo todo o território de Portugal continental e insular, bem como na África Ocidental, América do Sul e Central e leste da América do Norte. A progressão do eclipse em Portugal (hora de Portugal continental) é a seguinte:

A lua entra na penumbra às …………………………. 01:10
A lua entra na sombra às …………………………….. 02:07
Meio do eclipse às ………………………………………. 03:47
A lua sai da sombra às ………………………………… 05:27
A lua sai da penumbra às ……………………………. 06:24

Grandeza sombral do eclipse = 1,276 considerando o diâmetro da lua como unidade.

eclipse_exp_novoFig.1 – Os pontos de contacto referidos na lista acima do eclipse total da lua

 

Na altura do eclipse a lua atingirá o perigeu (a 356.877 quilómetros da Terra) às 01h45 (hora de Lisboa) e entrará de seguida em fase de Lua Cheia às 03h50. Os 2 acontecimentos estão desfasados de apenas 2h15min, o que vai produzir a maior das Super Luas do ano. A altura em que o efeito de Super Lua é mais evidente é quando a lua nasce às 19h10 do dia 27, antes do instante de Lua Cheia.  Nessa altura, a Lua vai parecer maior do que o habitual, não apenas devido à ocorrência de Super Lua, mas também porque estando próxima do horizonte ocorre um efeito extra de ampliação (devido a interpretação cerebral).

Consulte ainda “As Super Luas de 2015 a 2050″  e a tabela das Super Luas que irão ocorrer entre 2015 e 2050.

 

Todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu noturno de setembro

Mercúrio será visível ao final do dia em Virgem até meados de setembro na direção Oeste. Pode consultar aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio”.

Vénus será visível ao raiar da aurora na constelação de Caranguejo, na direção Este.

Marte será visível ao raiar da aurora na constelação de Leão, na direção Este.

Júpiter aparecerá ao amanhecer a partir do dia 4 na constelação de Leão, na direção Este.

Saturno, encontra-se na constelação de Balança, na direção Sudoeste e pode ser observado ao anoitecer.

A tabela abaixo mostra as horas de visibilidade destes planetas.

ceu_15set2015_web

Fig. 2 – Céu visível às 21:30 horas do dia 15 de setembro em Lisboa.

O triangulo do Verão (Vega, Altair, Deneb) ainda está bem visível, mas a estrela Arcturo (Arcturus em latim) já está baixa no horizonte Oeste, enquanto Aldebarã (Aldebaran em latim) aparecerá pelas 23:40 no horizonte Leste, anunciando a chegada do Outono.

 

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

planetasinter_set_15

Urano e Neptuno também visíveis no céu noturno de setembro

Urano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.

Os planetas Urano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas Urano e Neptuno

planetasext_set_15

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Visibilidade dos Planetas em 2015 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

 

Fases da Lua em setembro

fases_lua_set_15

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fases_da_luaFig. 3 -A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em setembro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

ApogeuFig. 4 -A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

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Para obter mais informação sobre o apogeu e perigeu lunar consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Apogeu e Perigeu lunar.

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Videodifusão de palestra pública (Agosto 2015) http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-agosto-2015/ http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-agosto-2015/#comments Sat, 29 Aug 2015 16:58:55 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366352 Dia 29 de Agosto de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Extinções em Massa no Planeta Terra
João Lin Yun, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA)

No dia 29 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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Dia 29 de Agosto de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Extinções em Massa no Planeta Terra
João Lin Yun, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA)

No dia 29 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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A Maré Viva de Agosto–2015 http://oal.ul.pt/a-mare-viva-de-agosto-2015/ http://oal.ul.pt/a-mare-viva-de-agosto-2015/#comments Sat, 29 Aug 2015 14:12:43 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366333 A 29 de Agosto ocorre uma das super-Luas de 2015, ou seja, a fase de Lua Cheia acontece muito próximo do perigeu lunar. Esta proximidade da Lua e quase alinhamento com o Sol gera marés oceânicas de maior intensidade, como mostra o cálculo feito pelo Prof. Dr. Carlos Antunes.

mareOceanoCASCAIS1_Ago2015_web

Fig. 1 – Altura das marés no mês de Agosto. (Prof. Dr. Carlos Antunes, da FCUL)

As marés oceânicas são provocadas pela diferença de força gravítica entre a superfície e o eixo de rotação terrestre (grosso modo), tanto devido à Lua δfL, como ao Sol, δfS. Mas a força lunar δfL ≈ 2,3 δfS devido à sua proximidade. Esta força provoca a movimentação rápida da massa líquida e todos os meses há Marés Vivas sempre que o Sol e a Lua estão razoavelmente alinhados na Lua Cheia e na Lua Nova, surgindo assim a maré cheia mais alta e a maré vazia mais baixa do mês.

No dia 29 de agosto há Lua Cheia às 19h35e no dia 30 de agosto às 15h22m a Lua estará no perigeu, a apenas 56,17 raios terrestres (358.290 km), o que aumenta a força diferencial δfL que exerce à superfície da Terra. Esta conjunção de factores faz com que a amplitude das marés sejam das mais extremas deste ano. A tabela 1 (dados do Prof. Carlos Antunes) tem as amplitudes e instantes da preia-mar e baixa-mar mais extremas para 2015, no porto oceânico de Cascais. Note na última coluna a diferença de altura da maré para a maré 6,2h antes.

marésVivas2015_web

Tab. 1 – Previsão das amplitudes e instantes da preia- e baixa-mar em Cascais.

A maré oceânica propaga-se como uma onda balizada pelas costas continentais e relevos submarinos locais e, também por isso, as marés ocorrem num ciclo de não simultaneidade em toda a Terra. Apesar da sua declinação lunar (latitude) em 29 de agosto estar perto dos -10°, a diferença de alturas entre preia- e baixa-mar (ou vice versa) atinge os 3,53 metros no dia 30 e os 3,54 metros no dia 31 de agosto. Mas há outros casos notáveis em 2015:

  • A 19–Fev, às 7h28m, a Lua esteve no segundo perigeu mais próximo da Terra, a 55,97 raios terrestres, com a fase de Lua Nova no dia anterior às 23h47m. A Terra tinha passado no periélio há 46 dias e, por isso, ainda estava relativamente próxima do Sol. Esta situação gerou a diferença de marés mais alta do ano: 3,62 metros no dia 20 de Fevereiro!
  • eclipse solar de 20/03/2015 no dia do equinócio da Primavera, foi responsável por outras das supermarés.
  • A 28-Set aguardamos a próxima supermaré, que é combinação de factores também muito favoráveis: o perigeu mais curto do ano num eclipse total da Lua muito próximo do equinócio do Outono.

Não perca o próximo episódio!

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Videodifusão: Noites de Ciências Ago/2015 http://oal.ul.pt/videodifusao-noites-de-ciencias-ago2015/ http://oal.ul.pt/videodifusao-noites-de-ciencias-ago2015/#comments Fri, 28 Aug 2015 14:52:08 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366304 videodifusaoAgo2015NoitesDeLuz_web

No dia 28–Agosto há mais uma “Noites de Ciências, Noites de Luz” que comemora o Ano Internacional da Luz na FCUL. As actividades começam pelas 20:00h,  são gratuitas, sem inscrição, sempre na última 6ª feira de cada mês e dirigidas ao público não especialista mas curioso do conhecimento científico. O Observatório Astronómico de Lisboa associa-se activamente a esta iniciativa.  Venha connosco e fascine-se nas Ciências!

Veja aqui mais detalhes desta actividade.

Pelas 21h30 basta visitar o endereço http://live.fccn.pt/ulisboa/fcul/noitesdeciencias/ pois a palestra estará ao vivo na internet, permitindo que no final da mesma pelas 22:30, a sessão de perguntas-respostas envolva também quem participa via rede.

NOTA: A página onde se faz a videodifusão está alojada nos servidores da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) e também permite a visualização a partir de dispositivos móveis.

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Carro movido a energia solar e desenvolvido por alunos da FCUL.

Todas as palestras têm a coordenação de Rui Agostinho, que faz a apresentação dos palestrantes além da dinamização da actividade.

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Curso de Astronomia: Sistemas Planetários (Set/2015) http://oal.ul.pt/curso-de-astronomia-sistemas-planetarios-set2015/ http://oal.ul.pt/curso-de-astronomia-sistemas-planetarios-set2015/#comments Thu, 27 Aug 2015 17:53:18 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366263
Saturno em contraluz e contraste exagerado (NASA)

Saturno em contraluz e contraste exagerado (NASA)

Começa a 5/Set o Curso de Astronomia “Sistemas Planetários: o Nosso e os Outros“, dado pelo prof. Rui Agostinho. Serão 4 sábados para abordar a formação, a estrutura dos planetas, luas e pequenos corpos, atmosferas e magnetosferas, além dos planetas extrasolares.

Inscreva-se já e junte-se a nós em Setembro onde tudo isto será apresentado, explicado, debatido, com o fascínio de desvendar os mistérios do universo que habitamos! Há descontos para grupos familiares, alunos e funcionários da ULisboaMais informação aqui.

A curiosidade que os planetas despertam vem de tempos imemoriais. Desde a Antiguidade, quando o Sol e a Lua faziam parte dos sete “planetas”, até ao mundo moderno, em que se exploram os confins do Sistema Solar por meio de sondas robóticas, muito mudou. Tudo? Não. A composição e os processos físicos que governam os planetas, luas, sistemas de anéis, pequenos corpos e poeiras, os seus interiores de magma ou de água líquida e as suas atmosferas e magnetosferas, tudo isso permaneceu praticamente inalterado.

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Mas a nossa percepção do Sistema Solar como um todo e do lugar da Terra nele, mudaram radicalmente. Os programas de exploração planetária levaram instrumentos científicos à Lua, Vénus e Marte, a asteróides, a Júpiter e Saturno com os seus sistemas de numerosas luas.

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Estudaram-se núcleos cometários in loco, enquanto telescópios mais potentes observavam os objectos mais distantes e mais pequenos.

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Este curso dá uma visão panorâmica das novas descobertas sobre o Sistema Solar, integrando-as com as leis e conceitos básicos da física que governam a formação dos sistemas planetários, as atmosferas, superfícies e interiores, além da dinâmica orbital que os governa.

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Será explicado o novo conceito de planeta e a sua fundamentação científica. Ver-se-á como missões espaciais e instrumentos científicos cada vez mais evoluídos têm permitido compreender os planetas extra solares, que são tão diferentes da Terra. Faremos uma viagem guiada por estas descobertas que têm dado “novos Mundos ao Mundo”.

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A lua Dione de Saturno http://oal.ul.pt/a-lua-dione-de-saturno/ http://oal.ul.pt/a-lua-dione-de-saturno/#comments Wed, 26 Aug 2015 14:09:50 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366212

Marcada por inúmeras crateras geladas a lua Dione, de Saturno, foi mais uma vez fotografada em alta resolução pela sonda Cassini, a 474 km de distância (17/ago/2015). É o quinto encontro da Cassini com Dione, a mais próxima aconteceu em 2011 mas estas fotos são consideradas como as de melhor resolução. Com 1122 km [...]]]> DioneCassiniAgo2015_web

Marcada por inúmeras crateras geladas a lua Dione, de Saturno, foi mais uma vez fotografada em alta resolução pela sonda Cassini, a 474 km de distância (17/ago/2015). É o quinto encontro da Cassini com Dione, a mais próxima aconteceu em 2011 mas estas fotos são consideradas como as de melhor resolução. Com 1122 km de diâmetro é apenas a 15ª maior lua no Sistema Solar, mas tem mais massa do que o somatório das outras ainda mais pequenas.

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Desta vez o objectivo principal não era obter imagens mas sim usar os instrumentos para estudar os efeitos gravíticos da lua, a magnetosfera e plasma envolvente, com o objectivo de determinar melhor a estrutura interna e os processos que afectam a superfície da mesma: fracturas, deslocações e outra morfologia. Cerca de 2/3 da sua massa está em gelo de água e o seu núcleo denso deve ser de rocha silicatada.

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A sonda permanecerá a trabalhar no sistema saturniano até finais de 2017 e tem programadas três passagens muito próximas de Enceladus (final deste ano), além de passagens mais longínquas às pequenas luas irregulares como as Daphnis, Telesto, Epimetheus e Aegaeon.

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Noites de Ciências, Noites de Luz – Agosto 2015 http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-noites-de-luz-agosto-2015/ http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-noites-de-luz-agosto-2015/#comments Tue, 25 Aug 2015 16:45:15 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366182 palestraAgo2015NoitesDeLuzCiencias_web

No dia 28–Agosto há mais uma “Noites de Ciências, Noites de Luz” que comemora o Ano Internacional da Luz na FCUL. As actividades são gratuitas, sem inscrição, sempre na última 6ª feira de cada mês. São dirigidas ao público não especialista mas curioso do conhecimento científico. O Observatório Astronómico de Lisboa associa-se activamente a esta iniciativa.  Venha connosco e fascine-se nas Ciências!

Os participantes têm estacionamento gratuito no parque da FCUL a partir das 19:45 (toque à campainha). A actividade inicia-se às 20:00 e tem duas componentes:

1) 20:00 – 21:30 Há várias actividades para ver e participar:

Do Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia estará disponível o seguinte equipamento em demonstração:

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  • Um seguidor solar desenvolvido por estudantes que utiliza um microcontrolador arduino para seguir o sol.

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  • Um sistema de iluminação natural e iluminação noturna a LED’s para países em desenvolvimento, baseado numa garrafa de água e num módulo fotovoltaico.
  • Um kit didático para estudos simples duma célula solar.

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2) Às 21:30 a palestra A Energia Fotovoltaica e suas Aplicações é proferida pelo Prof. João Manuel Serra e realiza-se no anfiteatro 3.2.14 do edifício C3.

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“A energia solar recebida na Terra numa hora é superior ao consumo total de energia da humanidade numa hora. Estamos à beira de assistir à penetração em larga escala dos sistemas de energia solar. Esta palestra dá-nos uma perspectiva do potencial da tecnologia fotovoltaica.

Veja aqui informação detalhada sobre as actividades

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Noites no Observatório (Ago 2015) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-ago-2015/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-ago-2015/#comments Mon, 17 Aug 2015 12:48:22 +0000 http://oal.ul.pt/?p=366013 A atividade mensal das NOAL será realizada no sábado 29–Agosto–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A palestra é subordinada ao tema “Extinções em Massa no Planeta Terra”, por João Lin Yun, do Instituto de Astrofísica e [...]]]> A atividade mensal das NOAL será realizada no sábado 29–Agosto–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

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A palestra é subordinada ao tema “Extinções em Massa no Planeta Terra”, por João Lin Yun, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a atividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta atividade.

“Extinções em Massa no Planeta Terra”

A Terra é o único local do Universo onde sabemos com certeza científica que existe Vida. A Vida na Terra levou muitos milhões de anos a desenvolver-se e a alcançar a diversidade de espécies que a humanidade presencia. Ao longo da história geológica, novas espécies surgiram enquanto outras se extinguiram, num processo de aparecimento e desaparecimento de espécies em tudo natural. Contudo, pelo menos em cinco épocas anteriores, uma percentagem elevada das espécies extinguiram-se (extinção em massa de espécies) e crê-se que nos encontramos presentemente a viver a sexta grande extinção em massa. Poderá a espécie humana ser uma das que se extinguirá num futuro próximo?
Nesta palestra convidamos o público a acompanhar as reflexões do Prof. João Lin Yun sobre as extinções em massa no planeta Terra e a eventual extinção da espécie humana.

 

Nota Biográfica:

João Lin Yun é professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. É doutorado em Astronomia e Física pela Universidade de Boston. Para além do seu trabalho científico e pedagógico, é um apaixonado pelas manifestações culturais e sociológicas dos povos. Observa com interesse e preocupação a evolução da humanidade como um todo, a forma como esta trata a nave espacial onde vive e da qual depende, e as perspetivas de extinção que subitamente passaram a ser uma realidade.

 

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Calendário Astronómico de Bolso http://oal.ul.pt/calendario-astronomico-de-bolso/ http://oal.ul.pt/calendario-astronomico-de-bolso/#comments Mon, 10 Aug 2015 18:40:46 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365989 A partir do Verão de 2015 o OAL passa a disponibilizar anualmente na secção “Dados Astronómicos” um Calendário Astronómico de Bolso, em formato A4, frente e verso.

Este folheto contém um resumo das efemérides, já disponíveis on-line, respeitantes aos fenómenos visíveis a olho nu, o que inclui dados mensais sobre a [...]]]> A partir do Verão de 2015 o OAL passa a disponibilizar anualmente na secção “Dados Astronómicos” um Calendário Astronómico de Bolso, em formato A4, frente e verso.

calendarioOAL2015-16_web

Este folheto contém um resumo das efemérides, já disponíveis on-line, respeitantes aos fenómenos visíveis a olho nu, o que inclui dados mensais sobre a visibilidade dos planetas, fases da lua, nascimento e ocaso do sol e da lua, estações do ano, chuvas de meteoros, cometas, além dos cursos de astronomia para o público.

Pode descarregar aqui este prático calendário e transportá-lo consigo.

 

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Perseidas de 2015 http://oal.ul.pt/perseidas-de-2015/ http://oal.ul.pt/perseidas-de-2015/#comments Fri, 07 Aug 2015 19:30:13 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365961 perseidasfotoFotografia de Pierre Martin: Perseidas de 12 de Agosto de 2006

“A famosa chuva de meteoros das Perseidas”  no dia 13 de Agosto de 2015.

Este fenómeno é visível anualmente a partir de meados de Julho (o período de visibilidade ocorre entre os dias 17 julho e 24 de Agosto) ocorrendo o seu pico em 13 de Agosto entre as 7h30min  e as 10h00min (Hora Legal) com uma taxa horária teórica em condições perfeitas em torno de 100 meteoros por hora.

Infelizmente não será possível observar o seu máximo em Portugal por ocorrer durante o dia, mas a observação será ainda bastante favorável durante a noite de 12 para 13 de Agosto de 2015, a partir das 23 horas quando a constelação de Perseu aparece acima do horizonte a Nordeste e durante a madrugada nas horas mais escuras de quinta-feira, 13 de Agosto. A Lua também ajuda, pois estará na fase de Lua Nova a 14 de agosto às 15h53min.
A fonte da chuva de meteoros das Perseidas é o cometa Swift-Tuttle. Este cometa percorre uma órbita elíptica com um período de 133 anos, deixando detritos ao longo da sua órbita. Todos os anos por esta altura, a Terra cruza a órbita do cometa, atravessando zonas onde permanecem esses detritos. A última passagem do cometa junto à órbita da Terra ocorreu em 1992, encontrando-se hoje já bastante longe, para além da órbita de Neptuno.

 

perseides-scema1

Aconselhamos a ir para o campo, fora das luzes das cidades, com um horizonte desimpedido.
Se o céu se apresentar límpido teremos uma maravilhosa visão do céu… Ver-se-á Saturno (mesmo na constelação de Balança) e as maravilhosas constelações de Verão já aparecerão em todo seu esplendor: Lira, Cisne, Águia, Escorpião, etc..
Note-se que uma mesma chuva de meteoros não tem a mesma intensidade todos os anos, nem é vista da mesma forma de todos os cantos da Terra. Esperamos que este ano haja um bom espetáculo!
É notável que as chuvas de meteoros ocorram aproximadamente na mesma data a cada ano. Tanto é que recebem nomes relacionados às constelações de onde os meteoros parecem surgir (um mero efeito de perspetiva). Perseidas é uma chuva cujos meteoros são vistos como se partissem da constelação do Perseu. A figura seguinte mostra a posição do radiante ao longo dos dias, na constelação de Perseu, perto da forma facilmente identificável da constelação de Cassiopeia, o conhecido “W”.

perseidasradianteFig. 2 (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Perseidas entre julho a agosto, que se encontra na constelação de Perseu.

Tabela com a informação sobre a chuva de meteoros das Perseidas.

Inclui-se também informação de uma outra chuva de meotoros que ocorre este mês: as δ Aquáridas.

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Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

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