Observatório Astronómico de Lisboa http://oal.ul.pt Wed, 28 Jan 2015 17:00:59 +0000 pt-PT hourly 1 Noites no Observatório (Jan 2015) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jan-2015/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jan-2015/#comments Mon, 19 Jan 2015 13:59:00 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362764 A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 31–Janeiro–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

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A palestra é subordinada ao tema “Um Pálido Ponto Azul”, proferida pelo Dr. Filipe Lisboa, da Agência Espacial Europeia (ESA).


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a actividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta actividade.

“Um Pálido Ponto Azul”

Um Pálido Ponto Azul é o nome da famosa fotografia tirada pela sonda Voyager-1 a uma distância de 6,4 mil milhões de quilómetros da Terra. Nessa fotografia, o nosso planeta é tão pequeno como um pixel. Falaremos da importância que a Astronomia tem para reconhecermos a Terra como um lugar especial e de como as recentes missões espaciais, nas quais Portugal tem estado envolvido através da Agência Espacial Europeia, têm estudado e caracterizado um planeta vivo em constante mudança. Os satélites do programa de Observação da Terra abordam diferentes aspectos do planeta como a Atmosfera, Oceanos, Clima, Geomagnetismo e Bioesfera. Pelo que se sabe até agora, a Terra é o único planeta onde a vida, tal como a conhecemos, pode habitar. Podemos visitar outros mas não permanecer, não por enquanto. A Astronomia, a par com a Observação da Terra, é uma importante actividade de responsabilização por esta nossa casa que devemos conhecer e cuidar.

 

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Cometas Sondados: o 67P/C-G e a Rosetta http://oal.ul.pt/cometas-sondados-o-67pc-g-e-a-rosetta/ http://oal.ul.pt/cometas-sondados-o-67pc-g-e-a-rosetta/#comments Thu, 08 Jan 2015 18:36:28 +0000 http://oal.ul.pt/?p=361847

Chama-se 67P/ Churyumov-Gerasimenko e apesar de ser banal no tamanho (4,2 km máximo), de ter uma órbita que o identifica com a família dos jovianos, ficou famoso pois foi o primeiro a ser estudado mais de um ano a fio, pela sonda Comet67P_Roseta19Set2014_web

Chama-se 67P/ Churyumov-Gerasimenko e apesar de ser banal no tamanho (4,2 km máximo), de ter uma órbita que o identifica com a família dos jovianos, ficou famoso pois foi o primeiro a ser estudado mais de um ano a fio, pela sonda Rosetta e ainda ser pousado pela Philae.

Depois da Rosetta ter sido reactivada em Janeiro de 2014, a aproximação do cometa iniciou-se em Maio (com música de Vangelis) e completa-se esta fase em Agosto, a 1000 km. A órbita em torno do núcleo foi encurtada paulatinamente até aos 29 km em Setembro, quando estava a 3,5 UA do Sol e com uma velocidade espacial de 15,6 km/s. A velocidade relativa de ≈1 m/s era superior à velocidade de escape a essa distância: 0,21 m/s. Isto obriga a Rosetta a disparar os motores para gravitar em torno do cometa, tornando-se a primeira sonda a fazê-lo num corpo pequeno do sistema solar. Um marco da ciência da navegação e da engenharia aeroespacial!

RosettaPhilaeLandingSite_thumbO grande sonho científico-histórico ocorreu a 12/Nov, quando a Rosetta largou o pequeno módulo Philae a partir de 10 km de distância, para embater e prender-se ao cometa. Porém, nem os arpões que a segurariam do ressalto, nem o pequeno jacto superior que o empurraria nesse instante, funcionaram. Foram momentos de suspense na sala de controlo pois, apesar de ter tocado numa zona muito próxima da calculada, a Philae ressaltou para o espaço também empurrada pela rotação do núcleo cometário. Um grande salto no escuro!

RosettaPhilaeXYmovimnt_thumbNo gráfico ao lado, mostra-se o cálculo da queda vertical da Philae até ao núcleo cometário (≈7h). A posição à direita no eixo X representa o ponto à superfície que levou o primeiro embate da Philae (X=0). Durante o ressalto que demora 1 h e 51 min, a superfície do cometa desloca-se mais depressa e a Philae fica ≈1 km para trás quando pára, após 3 voos incertos e com rotação desconhecida, mas que a terá salvado.

RosettaPhilaeVelocity_thumbNeste gráfico mostram-se os valores da velocidade da Philae da horizontal (Vx) e vertical (Vy), assim como da rotação do núcleo do 67P/C-G. Note-se o facto da velocidade vertical nunca superar a velocidade de escape do núcleo, o que seria a perda irremediável da Philae. Infelizmente ficou à sombra e agora espera-se pelo aproximar do periélio (Ago/2015) para recarregar baterias e recomeçar o importantíssimo programa científico.   Até mais logo, Philae!

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Cursos de Astronomia e Astrofísica 2015 http://oal.ul.pt/cursos-de-astronomia-e-astrofisica-2015/ http://oal.ul.pt/cursos-de-astronomia-e-astrofisica-2015/#comments Wed, 07 Jan 2015 22:38:32 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362603 cursosAstro_web2

Abriram as inscrições para os Cursos de A&A realizados no OAL em 2015. São ministrados por professores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigadores do Instituto de Astrofisica e Ciências do Espaço. Durante o ano há cursos de Iniciação à A&A, sobre Evolução das Estrelas e de Galáxias e Cosmologia, Teoria da Relatividade além de Sistemas Planetários. Os Cursos de Observação Astronómica, dividem-se em Iniciação (há 3 por ano) e de Técnicas de Observação e Análise de Imagem.  Veja aqui o calendário.

O primeiro começa já a 24 de Janeiro com a tutoria dos Profs. Drs. Rui Agostinho e José Afonso: Iniciação à Astronomia e Astrofísica. O objectivo deste curso é explorar conceitos em todas as áreas da A&A modernas, as grandes questões actuais, mostrando as bases científicas do conhecimento com eventual recurso a cálculo simplificado. Se se interessa pelos fenómenos astronómicos, a sua observação e entendimento, então pode usufruir muito com este curso deveras abrangente.

Destina-se a qualquer pessoa e não requer formação numa área científica. Porém, a familiarização com noções de física básica poderá ser uma grande vantagem e, por isso, é muito recomendado a docentes do EBS que pretendam consolidar e desenvolver conhecimentos.

Faz-se uma introdução à utilização de telescópios em montagem equatorial motorizada. Observa-se o Sol usando diversas técnicas e, numa noite, fazem-se observações de objectos celestes.

Usufrua duma explicação arrebatadora, com a alegria do conhecimento. Inscreva-se já!

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2015 tem “Segundo Intercalar” http://oal.ul.pt/2015-tem-segundo-intercalar/ http://oal.ul.pt/2015-tem-segundo-intercalar/#comments Tue, 06 Jan 2015 15:48:42 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362574 O International Earth Rotation Service (IERS) que estuda com rigor a rotação do planeta Terra em relação a referenciais astronómicos e à escala do Tempo Atómico Internacional (TAI), constatou ser necessária a introdução de um “segundo intercalar” na escala do Tempo Universal Coordenado (UTC) que define a Hora Legal civil, no final de Junho de 2015.

A necessidade de coordenação entre as escalas do Tempo Atómico, definido pelos relógios atómicos, e do tempo astronómico (escala UT1 definida pela rotação real da Terra) conduz ocasionalmente à introdução de “segundos intercalares” no Tempo Universal Coordenado (UTC), para que a diferença entre ambas (UT1-UTC) permaneça inferior a 1 segundo.

Esta necessidade provém do facto da duração do “segundo” no Sistema Internacional de Unidades (ligado à escala TAI) ser mais curta do que a duração actual do “segundo UT1″ da rotação da Terra. Ou seja, a rotação completa da Terra dura cada vez mais tempo na escala TAI. Além disso, não o faz de uma maneira perfeitamente uniforme.

Assim, estes “acertos” quando necessários, são efectuados no final dos meses de Junho ou de Dezembro. Este ano tal “acerto” é necessário e será efectuado no final de Junho.

A sequência de datas UTC (= hora legal em vigor nos Açores em Junho) será:

2015 Junho 30, 23h 59m 59s

2015 Junho 30, 23h 59m 60s

2015 Julho 1, 00h 00m 00s

 

Em Portugal continental e na Madeira, em que a hora legal em Junho é UTC+1, a mudança ocorrerá, em simultâneo, mas já a 1 de Julho. A sequência neste caso será:

2015 Julho 1, 00h 59m 59s

2015 Julho 1, 00h 59m 60s

2015 Julho 1, 01h 00m 00s

Pode consultar mais informação sobre este assunto na página do OAL sobre a hora UTC.

O OAL como entidade responsável pela manutenção da Hora Legal em Portugal encontra-se equipado para dar resposta, de forma transparente para o utilizador final, a este “Segundo Intercalar”. Consulte a nossa página Como Acertar? para descobrir como manter certa a hora do seu computador.

O OAL disponibiliza também uma solução, gratuita, que permite a qualquer webmaster a utilização nos seus sites da Hora Legal OAL. De notar que, além de outras funcionalidades, esta solução está preparado para a introdução correcta do segundo adicional (dito intercalar ou bissexto) que vai acontecer à meia-noite UTC do próximo dia 30 de Junho de 2015.
As instruções para a sua utilização encontram-se em: Hora Legal OAL – informação para criadores de sites

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Os Dados Astronómicos de 2015 http://oal.ul.pt/ja-estao-disponiveis-os-dados-astronomicos-de-2015/ http://oal.ul.pt/ja-estao-disponiveis-os-dados-astronomicos-de-2015/#comments Mon, 05 Jan 2015 10:51:08 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362520 Zona de visibilidade do eclipse total do sol em 1900. Carta produzida no OAL, associada ao livro explicativo do que é o Sol.

Zona de visibilidade do eclipse total do sol em 1900. Carta produzida no OAL, associada ao livro explicativo do que é o Sol.

Os dados astronómicos relativos ao ano de 2015 já se encontram disponíveis.

Quer saber quando muda a hora? E quando começam as estações? Sabe que haverá um eclipse solar visível em Portugal? Mas que eclipses ocorrem em 2015? E quando são as fases da Lua? Como varia a duração do dia durante o ano? Quer saber quais os feriados, as festividades Católicas, Islâmicas, Israelitas? ou pretende saber a visibilidade dos planetas durante o ano?

Tudo isto e muito mais está disponível na página dos Dados Astronómicos de 2015.

Além disto pode saber quais os enxames de meteoróides que regularmente são visíveis, assim como uma explicação, as suas características e definições. Também pode ver a lista dos Feriados Móveis até 2030.

Também pode consultar a secção do Sabia Que e descobrir os nomes oficiais Portugueses das  estrelas mais brilhantes, além dos nomes correctos latinos e Portugueses das Constelações.

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O céu noturno em janeiro de 2015 http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-janeiro-de-2015/ http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-janeiro-de-2015/#comments Wed, 31 Dec 2014 15:37:13 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362399 Cometa visível à vista desarmada em janeiro de 2015

O cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) está visível este mês. É um cometa de 5ª magnitude, sendo portanto visível à vista desarmada num céu escuro, com muita dificuldade numa cidade, e muito favorável à observação com binóculos ou um pequeno telescópio. O cometa apresenta cor esverdeada na cabeleira produzida por fluorescência dos gases cianogénio (CN)2 e C2 por ação da luz solar. Descoberto em agosto de 2014 pelo astrónomo amador Terry Lovejoy, é um cometa de longo período que regressará ao sistema solar interior dentro de 8000 anos.
O cometa aparecerá no horizonte sudeste logo após o pôr-do-sol. A melhor altura para o observar será a partir do dia 7 de janeiro, data em que passa mais perto da Terra. O seu periélio (ponto mais próximo do sol) será a 30 de janeiro. Como curiosidade, relembramos que a Terra estará no seu periélio a 4 de janeiro. O cometa começou na constelação da Lebre, deslocando-se para a constelação de Erídano, passando depois pelas constelações do Touro, Carneiro, Triângulo e Perseu até ao final do mês de janeiro.

LovejoyC2014_Jan2015_webFig. 1 – Trajetória do cometa C/2014 Q2 (Lovejoy) entre os dias 10 e 31 de janeiro de 2015.

Todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu noturno de janeiro

O ano novo brinda-nos com uma excelente ocasião para os amantes de Astronomia poderem observar durante o mês de janeiro, todos os planetas visíveis a olho nu no céu noturno.
Mercúrio será visível, de tarde, por altura do final do crepúsculo civil entre 1 e 24 de janeiro, sendo mais brilhante no início deste período. Encontra-se na direção Oeste.
Vénus aparecerá muito brilhante e será visível como estrela da tarde, e poderá ser facilmente identificado pelo seu grande brilho. Encontra-se na direção Oeste.
Marte será visível de noite, em Capricórnio desde o início do ano. A sua elongação leste irá diminuindo gradualmente, enquanto se move para Aquário em inícios de janeiro, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direção Sudoeste.
Júpiter pode ser visto, na constelação de Leão, no início do ano, durante grande parte da noite.
Saturno, no início do ano, nasce bem antes do nascimento do sol aparecendo como estrela da manhã, na constelação da Balança e move-se para a constelação de Escorpião em meados de janeiro. Encontra-se na direção Este.
A tabela abaixo mostra as horas de visibilidade destes planetas.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso de todos os planetas visíveis a olho nu

TAB_MER_VE_MAR

TAB_JUP_SAT

Urano e Neptuno também visíveis no céu noturno de janeiro

Urano, estará visível no céu ao anoitecer na constelação de Peixes no início do ano e permanecerá nesta constelação até final do ano. Neptuno, também estará visível no céu noturno, mas na constelação de Aquário onde permanecerá durante todo o resto do ano.
Os planetas Urano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas Urano e Neptuno

TAB_URA_NEP

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Visibilidade dos Planetas em 2015 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Quadrântidas em janeiro

Um mau início de ano para os observadores do hemisfério norte, com o pico da chuva de meteoros das Quadrântidas, que ocorre aproximadamente às 2 horas do dia 4 de janeiro, muito prejudicado devido ao brilho da lua, pois o instante de Lua Cheia ocorre apenas 27 horas depois a 5 de janeiro pelas 5 horas.
O nome Quadrântidas resulta da constelação obsoleta “Quadrans Muralis” (Quadrante Mural, assim designado em honra do Quarto de Círculo de T. Brahe), hoje parte da constelação do Boieiro. O radiante da chuva é próxima da Ursa Maior, entre as constelações do Dragão e do Boieiro, numa zona onde no passado se encontrava uma constelação já extinta: Quadrante Mural, criada em 1795 pelo astrónomo Jérôme Lalande e posteriormente abandonada pela Associação Internacional de Astronomia.
As Quadrântidas são umas das melhores chuvas de meteoros no hemisfério norte (atividade máxima de 120 meteros na THZ (Taxa Horária Zenital)), mas são pouco conhecidas em razão da sua atividade ser muito curta, com uma duração de visibilidade de apenas 5 dias (entre 1 a 5 de janeiro). Ver tabela abaixo.

CEU_janeiroFig. 2 – Céu visível às 02 horas do dia 04/01/2015 em Lisboa mostrando o radiante das Quadrântidas.

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das Quadrântidas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em janeiro

TAB_FASESComo é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

 Fases_da_luaFig. 3 -A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2014/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em janeiro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

ApogeuFig. 4 -A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

TAB_APOGEUPara obter mais informação sobre o apogeu e perigeu lunar consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2014/ Apogeu e Perigeu lunar.

 

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Videodifusão da Palestra Pública (Dezembro 2014) http://oal.ul.pt/videodifusao-da-palestra-publica-dezembro-2014/ http://oal.ul.pt/videodifusao-da-palestra-publica-dezembro-2014/#comments Fri, 19 Dec 2014 15:07:10 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362394 Dia 20 de Dezembro de 2014, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Interstellar – o filme onde a ciência está para além da ficção
pelo Professor Paulo Crawford, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

No dia 20 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

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Dia 20 de Dezembro de 2014, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Interstellar – o filme onde a ciência está para além da ficção
pelo Professor Paulo Crawford, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

No dia 20 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/caaul/nnoal/

 

NOTA:

A partir de Março de 2014 foi efetuada uma atualização tecnológica no processo de videodifusão das palestras públicas no OAL.
A página a partir da qual é possível visualizar o sinal vídeo passou a estar alojada nos servidores da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN). Além de melhorar a qualidade de som e imagem, a atualização permite também visualizar as palestras a partir de dispositivos moveis.

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Acesso ao ISA – Alteração para Dia 20 de Dezembro http://oal.ul.pt/informacao-importante-para-dia-20-de-dezembro-acesso-ao-isa/ http://oal.ul.pt/informacao-importante-para-dia-20-de-dezembro-acesso-ao-isa/#comments Thu, 18 Dec 2014 15:25:20 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362379 No dia 20 de Dezembro, dia da Sessão de Natal das NOAL, o Instituto Superior de Agronomia (ISA) terá o Portão da Rua Jau (o portão junto à calçada da Ajuda e o de acesso normal para quem vem às NOAL)  encerrado para veículos e peões por motivo de manutenção da calçada e lages.

O [...]]]> No dia 20 de Dezembro, dia da Sessão de Natal das NOAL, o Instituto Superior de Agronomia (ISA) terá o Portão da Rua Jau (o portão junto à calçada da Ajuda e o de acesso normal para quem vem às NOAL)  encerrado para veículos e peões por motivo de manutenção da calçada e lages.

O acesso 24 horas de veículos à Tapada da Ajuda será assegurado pelo Portão do Polo da Ajuda que fica localizado perto da Faculdade de Medicina Veterinária. O acesso pedonal terá lugar pelo Portão da Ponte, localizado por baixo da ponte 25 de Abril, a 150 metros do portão habitual de entrada. O Portão da Ponte estará aberto apenas nos seguintes horários: 20:30 – 22:00 e 23:30 – 1:00

Lamentamos qualquer inconveniente que esta situação possa causar.

Colocaremos algumas indicações ao longo do percurso que auxiliarão o trajeto.

De seguida, poderá consultar um mapa do percurso pedonal (a verde) a partir do Portão da Ponte (1) e o percurso de carro (a vermelho) a partir do Portão do Polo da Ajuda (2). Clique na imagem para ver o mapa com maior detalhe.

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Solstício de Inverno 2014 http://oal.ul.pt/solsticio-de-inverno-2014/ http://oal.ul.pt/solsticio-de-inverno-2014/#comments Mon, 15 Dec 2014 10:20:09 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362369 Este ano o Solstício de Inverno ocorre no dia 21 de Dezembro às 23h03min. Este instante marca o início do Inverno no Hemisfério Norte, estação mais fria do ano. Esta estação prolonga-se por 88,99 dias até ao próximo Equinócio que ocorre no dia 20 de Março de 2015 às 22h45min.

Solstícios: pontos da elíptica em que o Sol atinge as posições máxima e mínima de altura em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação do Sol atinge extremos: máxima no solstício de Verão e mínima no solstício de Inverno.

A palavra de origem latina (Solstitium) está associada à ideia de que o Sol devia estar estacionário, ao atingir a sua mais alta ou mais baixa posição no céu.

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Noites no Observatório – Sessão de Natal (Dez 2014) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-sessao-de-natal-dez-2014/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-sessao-de-natal-dez-2014/#comments Thu, 11 Dec 2014 16:05:00 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362142 Atenção: Excepcionalmente, a actividade das NOAL deste mês será realizada no sábado 20–Dezembro–2014.

A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A palestra é subordinada ao tema “Interstellar – o filme onde a ciência está para além da [...]]]> Atenção: Excepcionalmente, a actividade das NOAL deste mês será realizada no sábado 20–Dezembro–2014.

A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

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A palestra é subordinada ao tema “Interstellar – o filme onde a ciência está para além da ficção”, proferida pelo Professor Paulo Crawford, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a actividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta actividade.

“Interstellar – o filme onde a ciência está para além da ficção”

Nesta palestra falaremos da interação entre a ciência e a ficção científica e comentaremos o aparecimento de dois filmes: o Contacto, baseado num livro de ficção de Carl Sagan e o INTERSTELLAR, realizado por Christopher Nolan com base num guião de Kip Thorne, que foi também consultor científico e produtor executivo deste último. Kip Thorne esteve ligado aos dois filmes, como veremos, e a sua participação nestas obras de ficção foi muito relevante para o reconhecimento e desenvolvimento de uma área de investigação de ponta na área da Física.

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