Observatório Astronómico de Lisboa http://oal.ul.pt Wed, 29 Jul 2015 12:28:32 +0000 pt-PT hourly 1 Lua azul, Verão de 2015 http://oal.ul.pt/lua-azul-verao-de-2015/ http://oal.ul.pt/lua-azul-verao-de-2015/#comments Wed, 29 Jul 2015 08:39:19 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365782 Temos duas luas cheias em julho

O fenómeno raro da chamada “lua azul”, ocasião em que a fase de Lua Cheia ocorre duas vezes no mesmo mês, voltará acontecer em finais de julho, três anos após o último acontecimento.

Apesar do nome, o fenómeno da lua azul não tem qualquer relação [...]]]> Temos duas luas cheias em julho

O fenómeno raro da chamada “lua azul”, ocasião em que a fase de Lua Cheia ocorre duas vezes no mesmo mês, voltará acontecer em finais de julho, três anos após o último acontecimento.

lua2015mai28_RC10FCUL_oalWeb

Apesar do nome, o fenómeno da lua azul não tem qualquer relação com mudanças na cor do satélite. O apelido foi dado em função da raridade com que o ciclo lunar, cuja duração é de 29 dias e meio, ocorre por completo dentro de um único mês, possibilitando a aparição de dois períodos de lua cheia.
Neste mês de julho, o primeiro ciclo da lua cheia ocorreu no dia 02 às 3h20. O fenómeno da lua azul ocorrerá no final do mês de julho dia 31 às 11h43.

luaazulFig. 1 – Para ilustrar o conceito de lua azul

Conta-se que a origem da designação lua azul remonta ao século XVI, quando algumas pessoas que observavam a lua a olho nu achavam que ela era azul. Anos depois, discussões a respeito deste assunto, mostraram que era um absurdo a lua ser azul, o que gerou um novo conceito para lua azul como significado de “nunca”. Com esse significado de algo muito raro, começou-se a dizer que a segunda lua cheia de um mês era uma “lua azul”.

A aparição da segunda lua cheia no mesmo mês é mesmo algo raro. A última ocorrência foi registada em Agosto de 2012. O fenómeno nada mais é do que uma lua cheia no céu.
Apesar de o fenómeno não ter relação com a coloração do satélite, conta-se que há registos na história de que a lua realmente aparentava a cor azul. Foi em 1883, quando houve uma explosão do vulcão Krakatoa, na Indonésia, e os gases em expansão na atmosfera fizeram com que a lua bem próxima do horizonte tivesse a aparência azulada. “Isso foi visto no mundo todo por quase um ano”, disse um astrónomo. As pessoas também viram a lua azul em 1983, após a erupção do vulcão El Chichón no México. E há também relatos de luas azuis causadas pelas erupções dos vulcões do Monte Santa Helena nos Estados Unidos em 1980 e do Monte Pinatubo  nas Filipinas em 1991.

Outro episódio ocorreu em 1951, quando um grande incêndio nas florestas do Oeste do Canadá lançou muitas partículas na atmosfera, criando os mesmos efeitos que os vulcões, mas visível apenas na América do Norte.

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Videodifusão de palestra pública (Julho 2015) http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-julho-2015/ http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-julho-2015/#comments Fri, 24 Jul 2015 22:44:24 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365765 Dia 25 de Julho de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

O Universo dos Telescópios
Alexandre Cabral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

No dia 25 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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Dia 25 de Julho de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

O Universo dos Telescópios
Alexandre Cabral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

No dia 25 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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Noites no Observatório (Jul 2015) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jul-2015/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jul-2015/#comments Mon, 13 Jul 2015 14:33:01 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365522 A atividade mensal das NOAL será realizada no sábado 25–Julho–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A palestra é subordinada ao tema “O Universo dos Telescópios”, por Alexandre Cabral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço [...]]]> A atividade mensal das NOAL será realizada no sábado 25–Julho–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

logoNOALtxtTransp_web

A palestra é subordinada ao tema “O Universo dos Telescópios”, por Alexandre Cabral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a atividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta atividade.

“O Universo dos Telescópios”

O telescópio é um dos instrumentos mais fascinantes criados pelo ser humano. Com ele foi possível alargar os nossos horizontes a limites inimagináveis.
Nesta palestra vamos falar, de uma forma muito simples, sobre a ótica e os fenómenos da luz que estão na base do funcionamento de um telescópio, desde a simples ampliação da imagem até ao funcionamento de tecnologias inovadoras como a ótica adaptativa.
Será um discurso capaz de ser compreendido desde os mais pequenos aos mais crescidos através de exemplos simples do dia-a-dia e demonstrações práticas dos diversos fenómenos luminosos, em plena celebração do ano internacional da luz.

 

Nota Biográfica:

Alexandre Cabral é Licenciado em Física Tecnológica, tendo obtido os graus de Mestre e Doutor em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL).
De 1991 a 2008 foi investigador do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, e em 2009, juntamente com o Laboratório de Ótica, Lasers e Sistemas, foi integrado no Departamento de Física da FCUL onde se encontra atualmente.
É investigador e membro da comissão coordenadora do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), onde é responsável pelo Grupo de Instrumentação.

 

 

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O céu noturno em julho de 2015 http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-julho-de-2015/ http://oal.ul.pt/o-ceu-noturno-em-julho-de-2015/#comments Tue, 30 Jun 2015 14:43:01 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365491 Quase todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu noturno de julho

Mercúrio será visível de manhã, por altura do início do crepúsculo civil até ao dia 18 de julho. Encontra-se na direção Este.

Vénus aparecerá muito brilhante e será visível como estrela da tarde, e poderá ser facilmente identificado pelo [...]]]> Quase todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu noturno de julho

Mercúrio será visível de manhã, por altura do início do crepúsculo civil até ao dia 18 de julho. Encontra-se na direção Este.

Vénus aparecerá muito brilhante e será visível como estrela da tarde, e poderá ser facilmente identificado pelo seu grande brilho. Encontra-se na direção Noroeste, na constelação de Leão. No início do mês passa muito próximo de Júpiter, ou seja, no dia 1 Vénus está a 0,4º S de Júpiter pelas 15 horas . Este mês atingirá uma magnitude V=–4,18 por volta do dia 6 e estará mais brilhante que o céu azul. O desafio deste mês é ver Vénus a olho nu pelas ≈16h30m no meridiano local a uma distância ≈ 26° do zénite, ou ≈20° na ilha da Madeira.

Júpiter pode ser visto na constelação de Leão, durante a primeira parte da noite, na direção Oeste.

Saturno, encontra-se na constelação de Balança, na direção Sudeste e pode ser observado durante grande parte da noite.

A tabela abaixo mostra as horas de visibilidade destes planetas.

ceu_not_jul_1
Fig. 2 – Céu visível às 22 horas do dia 1/07/2015 em Lisboa mostrando os planetas Vénus e Júpiter muito próximos.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso de Mercúrio, Vénus, Júpiter e Saturno.

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Urano e Neptuno também visíveis no céu noturno de julho

Urano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.

Os planetas Urano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Tabela com o nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas Urano e Neptuno

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Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Visibilidade dos Planetas em 2015 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros Ariétidas, ζ Perseidas, β Táuridas e δ Aquáridas em julho

Nesta altura ocorrem 3 chuvas de meteoros diurnas: as Ariétidas, as ζ Perseidas e as β Táuridas. Tanto a constelação de Carneiro, como as de Perseu e do Touro encontram-se próximas do Sol, e isso faz com que estas chuvas de meteoros sejam difíceis de se ver a olho nu. Alguns dos primeiros meteoros são visíveis no momento das primeiras horas da manhã, geralmente uma hora antes do amanhecer. Ver tabela mais abaixo para obter informações sobre os períodos de visibilidade e as datas de máxima atividade para cada uma destas chuvas de meteoros.

A chuva de meteoros nocturna das δ Aquáridas ocorre entre 12 de julho e 19 de agosto, e a atividade máxima de intensidade desta chuva de meteoros será na noite de 28 de julho. Como esta constelação só começa a nascer depois da meia-noite a sudeste, as observações deverão iniciar-se na 2ª metade da noite. O nome desta chuva de meteoros resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Aquário (o radiante).
Em 2006, a IMO (International Meteor Organization) decidiu definir uma série de chuvas de meteoros conhecidas sob a designação ANT (The Antihelion Source). O ANT é uma grande área, aproximadamente oval, com extensão de 30◦ em ascensão reta e 15◦ em declinação, centrado num ponto cerca de 12◦ a leste do ponto da oposição solar sobre a eclíptica, daí o seu nome. Não é uma verdadeira chuva de meteoros (e portanto não tem um número oficial de chuva de meteoros do IAU), mas é sim uma região do céu em que um número variável, embora baixo, de chuva de meteoros secundários ativos têm os seus radiantes.

ANTjunho15 Fig. 3 (figura do IMO) mostra os radiantes entre maio a julho, o radiante do ANT em julho encontra-se entre a constelação de Sagitário e Capricórnio.

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das Ariétidas, ζ Perseidas, β Táuridas e δ Aquáridas

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Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em julho

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Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fases_da_luaFig. 4 -A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em julho

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

ApogeuFig. 5 -A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

tab_lua_orbPara obter mais informação sobre o apogeu e perigeu lunar consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2015/ Apogeu e Perigeu lunar.

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Em Junho de 2015 há mais 1 segundo http://oal.ul.pt/em-junho-de-2015-ha-mais-1-segundo/ http://oal.ul.pt/em-junho-de-2015-ha-mais-1-segundo/#comments Tue, 30 Jun 2015 11:17:51 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365503

Às 00h59m de 1/Julho na Madeira e Continente, ou 23h59m de 30/Junho nos Açores, preste atenção ao relógio do OAL http://oal.ul.pt (na parte superior direita da página) pois o dia terá 86401 segundos em vez dos habituais 86400 s = 24 h x 3600 s/h.

A introdução de 1 [...]]]> segIntercalarOAL_web

Às 00h59m de 1/Julho na Madeira e Continente, ou 23h59m de 30/Junho nos Açores, preste atenção ao relógio do OAL http://oal.ul.pt (na parte superior direita da página) pois o dia terá 86401 segundos em vez dos habituais 86400 s = 24 h x 3600 s/h.

A introdução de 1 segundo extra provém da necessidade de harmonizar a escala do tempo UTC com a hora solar. A escala UTC (Universal Time Coordinated) governa a vida social pois representa o período de rotação da Terra, com a sucessão dia-noite mas usa-se a escala de Tempo Atómico Internacional para mantê-la. Aqui surgem os problemas:

a) Desde o início que a Terra abranda a sua rotação devido às forças gravíticas da Lua e do Sol: o dia solar vai ficando mais longo a cada século que passa.

b) A contagem do UTC é feita com o Tempo Atómico Internacional (TAI), uma escala muito regular e definida pelo “segundo” do Sistema Internacional de Unidades. Ora, o “segundo” SI iguala 86400 avos da duração do dia solar médio da Terra no ano 1820, que é “curto” para os dias modernos. Hoje, a duração média da rotação da Terra é 1,7 ms mais longa do que era nessa altura.

Esta diferença tem efeitos visíveis: se no início do ano o relógio atómico (TAI) for acertado com o relógio da rotação da Terra (UTC), no final do ano o tempo UTC estará atrasado de 0,62 s em relação ao TAI. Contudo, o abrandamento da rotação terrestre não é regular devido à deformação imprevisível da massa terrestre. Nas últimas duas décadas este efeito apresenta uma diminuição de valor o que leva a uma introdução do Segundo Intercalar mais espaçada no tempo.

 

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2015 tem “Segundo Intercalar” http://oal.ul.pt/2015-tem-segundo-intercalar/ http://oal.ul.pt/2015-tem-segundo-intercalar/#comments Mon, 29 Jun 2015 12:48:42 +0000 http://oal.ul.pt/?p=362574 Pêndula de Tempo Solar Médio, L. Leroy do OAL.

Pêndula de Tempo Solar Médio, L. Leroy do OAL.

O International Earth Rotation Service (IERS) que estuda com rigor a rotação do planeta Terra em relação a referenciais astronómicos e à escala do Tempo Atómico Internacional (TAI), constatou ser necessária a introdução de um “segundo intercalar” na escala do Tempo Universal Coordenado (UTC) que define a Hora Legal civil, no final de Junho de 2015.

A necessidade de coordenação entre as escalas do Tempo Atómico, definido pelos relógios atómicos, e do tempo astronómico (escala UT1 definida pela rotação real da Terra) conduz ocasionalmente à introdução de “segundos intercalares” no Tempo Universal Coordenado (UTC), para que a diferença entre ambas (UT1-UTC) permaneça inferior a 1 segundo.

Esta necessidade provém do facto da duração do “segundo” no Sistema Internacional de Unidades (ligado à escala TAI) ser mais curta do que a duração actual do “segundo UT1″ da rotação da Terra. Ou seja, a rotação completa da Terra dura cada vez mais tempo na escala TAI. Além disso, não o faz de uma maneira perfeitamente uniforme.

Assim, estes “acertos” quando necessários, são efectuados no final dos meses de Junho ou de Dezembro. Este ano tal “acerto” é necessário e será efectuado no final de Junho.

A sequência de datas UTC (= hora legal em vigor nos Açores em Junho) será:

2015 Junho 30, 23h 59m 59s

2015 Junho 30, 23h 59m 60s

2015 Julho 1, 00h 00m 00s

 

Em Portugal continental e na Madeira, em que a hora legal em Junho é UTC+1, a mudança ocorrerá, em simultâneo, mas já a 1 de Julho. A sequência neste caso será:

2015 Julho 1, 00h 59m 59s

2015 Julho 1, 00h 59m 60s

2015 Julho 1, 01h 00m 00s

Pode consultar mais informação sobre este assunto na página do OAL sobre a hora UTC.

O OAL como entidade responsável pela manutenção da Hora Legal em Portugal encontra-se equipado para dar resposta, de forma transparente para o utilizador final, a este “Segundo Intercalar”. Consulte a nossa página Como Acertar? para descobrir como manter certa a hora do seu computador.

O OAL disponibiliza também uma solução, gratuita, que permite a qualquer webmaster a utilização nos seus sites da Hora Legal OAL. De notar que, além de outras funcionalidades, esta solução está preparado para a introdução correcta do segundo adicional (dito intercalar ou bissexto) que vai acontecer à meia-noite UTC do próximo dia 30 de Junho de 2015.
As instruções para a sua utilização encontram-se em: Hora Legal OAL – informação para criadores de sites

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Videodifusão de palestra pública (Junho 2015) http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-junho-2015/ http://oal.ul.pt/videodifusao-de-palestra-publica-junho-2015/#comments Sat, 27 Jun 2015 12:42:18 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365446 Dia 27 de Junho de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Uma descoberta do outro mundo
David Sobral – Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

A Astrofísica do +1s no tempo UTC
Rui Agostinho – FCUL, Observatório Astronómico de Lisboa e IA.

 

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Dia 27 de Junho de 2015, a partir das 21h30 far-se-á a videodifusão da Palestra Pública integrada nas Noites no Observatório.

Uma descoberta do outro mundo
David Sobral – Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

A Astrofísica do +1s no tempo UTC
Rui Agostinho – FCUL, Observatório Astronómico de Lisboa e IA.

 

No dia 27 pelas 21h30 basta visitar o seguinte endereço:

http://live.fccn.pt/ia/noal/

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Noites de Ciências, Noites de Luz – Junho 2015 http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-noites-de-luz-junho-2015/ http://oal.ul.pt/noites-de-ciencias-noites-de-luz-junho-2015/#comments Mon, 22 Jun 2015 18:39:45 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365357 palestraJunhoNoitesDeLuz2015_web

Este mês há mais uma “Noites de Ciências, Noites de Luz” que comemora o Ano Internacional da Luz na FCUL. As actividades são gratuitas, sem inscrição, sempre na última 6ª feira de cada mês. São dirigidas ao público não especialista mas curioso do conhecimento científico. O Observatório Astronómico de Lisboa associa-se activamente a esta iniciativa.  Venha connosco e fascine-se nas Ciências!

A actividade inicia-se às 20:00 e tem duas componentes:

1) 20:00 – 21:30 Há várias actividades para ver:

—  Da Geofísica Interna (sismologia) estará disponível um conjunto de experimentos apresentados por Iolanda Morais e Catarina Matos:

  • molas, ondas e sismos.
  • edifício ressonante, sismómetro.
  • tanque de tsunamis.
  • liquefação.

— “O Movimento do Pólo Sul Terrestre” resultados sobre a deformação do planeta apresentados e debatidos pelo Prof. Virgílio Mendes.

—  “Conectividade Cerebral: uma nova LUZ sobre o funcionamento do cérebro” explicada pelo Dr. Hugo A. Ferreira (Neurocientista).
Apresentar-se-ão os conceitos sobre conectividade cerebral e suas aplicações com duas exposições e demonstrações interactivas relativas à visualização do cérebro e conectividade cerebral fazendo recursos das tecnologias de realidade virtual e aumentada.”

— O estado do tempo permitindo haverá observação da Lua ao telescópio.

2) Às 21:30 a palestra “A Luz na Observação da Terra com Satélites” é proferida pelo Prof. Carlos da Câmara.

“Os satélites desempenham hoje em dia um papel crucial na Observação da Terra cuja finalidade primeira é a recolha de informação acerca dos sistemas físicos, químicos e biológicos com vista a avaliar os estados e os processos que decorrem quer no ambiente natural, quer no ambiente modificado pelo homem.

A luz, entendida aqui na sua aceção mais genérica de radiação eletromagnética, tem pois um papel fundamental na monitorização do nosso Planeta. Serão abordados alguns aspetos da Observação da Terra por satélite, nomeadamente da temperatura, da vegetação e dos fogos florestais, dando-se especial ênfase à investigação que tem vindo a ser realizada e às aplicações que têm vindo a ser desenvolvidas no âmbito do projeto LSA SAF, que integra o Segmento de Solo da EUMETSAT, a agência europeia para a exploração dos satélites meteorológicos, sendo coordenado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera e tendo a participação de uma diversidade de instituições europeias, em particular do Instituto Dom Luiz  da FCUL.”

A palestra realiza-se no anfiteatro 3.2.14 do edifício C3 da FCUL (Campo Grande em Lisboa) e os participantes têm estacionamento gratuito no parque da FCUL a partir das 19:45 (toque à campainha).

A palestra estará ao vivo na internet permitindo que, no final da mesma pelas 22:30, a sessão de perguntas-respostas envolva também quem participa via rede.

Todas as palestras têm a coordenação de Rui Agostinho, que faz a apresentação dos palestrantes além da dinamização da actividade.

Veja aqui informação detalhada sobre as actividades

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Solstício de Verão 2015 http://oal.ul.pt/solsticio-de-verao-2015/ http://oal.ul.pt/solsticio-de-verao-2015/#comments Mon, 22 Jun 2015 11:59:51 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365326 Tipuanas Tipus frondosas no jardim na Estrada de Benfica ao pé da 2ª Circular (Lisboa, @Rui Agostinho, 21/jun/2015)

Tipuanas Tipus frondosas na Estrada de Benfica onde cruza a 2ª Circular (Lisboa, Rui Agostinho 21/jun/2015, 4MB)

Ontem o sol parou momentaneamente no céu e o jardim na Estrada de Benfica mostrou o tapete amarelo das Tipuanas frondosas, já perdendo alguma floração. O sol estava o mais alto possível no céu Lisboeta em todo ano e às  17h38m de 21/Junho o Solstício de Verão marcou o início da estação no hemisfério norte, a mais quente apesar da Terra vir a estar o mais longe do sol a 6 de Julho.

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A ciclovia não foi uma “Yellow Brick Road” mas parecia uma ponte pra outra margem sobre um rio amarelo de flores de Tipuana Tipu (Benth.) vindas da América do Sul.

O Verão prolonga-se por 93,65 dias até ao próximo Equinócio, a 23 de Setembro de 2015.

Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as alturas (distância angular) máxima e mínima em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação solar atinge extremos: máxima no solstício de Verão (+23° 26′) e mínima no solstício de Inverno (-23° 26′). A palavra de origem latina (Solstitium) associa-se ao facto do Sol travar o movimento diário de afastamento ao plano equatorial e “estacionar” ao atingir a sua posição mais alta ou mais baixa no céu local.

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Noites no Observatório (Jun 2015) http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jun-2015/ http://oal.ul.pt/noites-no-observatorio-jun-2015/#comments Mon, 15 Jun 2015 12:44:45 +0000 http://oal.ul.pt/?p=365151 A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 27–Junho–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

Este mês, a sessão das NOAL conta com duas palestras:

“Uma descoberta do outro mundo”, proferida por David Sobral – Instituto [...]]]>
A actividade mensal das NOAL será realizada no sábado 27–Junho–2015. A sessão terá início com a palestra às 21:30, mas as observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

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Este mês, a sessão das NOAL conta com duas palestras:

  • “Uma descoberta do outro mundo”, proferida por David Sobral – Instituto de
    Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).
  • “A Astrofísica do +1s no tempo UTC”, por Rui Agostinho – FCUL, Observatório
    Astronómico de Lisboa e IA.

Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a actividade requer uma inscrição prévia que se efectua AQUI.
  2. É necessário consultar a página do OAL para mais informações acerca desta actividade.

“Uma descoberta do outro mundo”

O Big Bang criou o espaço e o tempo tal como o conhecemos, mas deixou muito por inventar: a luz, e os elementos necessários à vida. Foram precisas algumas centenas de milhões de anos para que, com a invenção da luz, se inventasse também tudo aquilo que, passados 13 mil milhões de anos, nos permite viver, na nave espacial chamada Terra. Hoje, uma descoberta extraordinária no Universo longínquo aproxima-nos ainda mais dos nossos antepassados mais distantes, criadores de luz, de planetas, e do que nos compõe. Vem conhecê-los!

“A Astrofísica do +1s no tempo UTC”

Boas notícias: em 30 de Junho de 2015 todos ficaremos 1 segundo mais novos… pelo calendário. A introdução de 1 Segundo Intercalar na contagem do UTC (Tempo Universal Coordenado) tem razões astrofísicas mas que se prendem também com a escala de Tempo Atómico e a definição da duração do segundo do Sistema Internacional de Unidades. Nesta palestra irei abordar e detalhar estes aspetos, de modo a entender-se a razão de regularmente ser necessário corrigir a escala de tempo UTC, além de debater a sua existência, um tópico que estará a debate na The World Radiocommunication Conference 2015 (WRC15).

Notas Biográficas:

David Sobral é licenciado em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorado em Astronomia pela Universidade de Edimburgo. Atualmente é Investigador FCT no Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) e no Observatório de Leiden, onde lidera uma equipa de jovens investigadores. Contribui ativamente para compreender como galáxias como a nossa se formaram e evoluíram ao longo do tempo, incluindo a descoberta das galáxias mais distantes e o estudo pormenorizado de galáxias mais próximas. É também o representante de Portugal no comité de Utilizadores do ESO, membro do painel de avaliação de propostas do ESO, e membro da direção da Sociedade Portuguesa de Astronomia. Para além da Ciência, sempre se interessou pela escrita/literatura e pela simplificação das mais variadas ideias, para lutar contra algum elitismo. Gosta de mostrar que, com trabalho e motivação nada é impossível, e de explorar caminhos opostos aos que a maioria segue.

Rui Agostinho é licenciado em Física na FCUL e doutorado em Astronomia/Astrofísica na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, EUA. Começou por investigar astronomia galáctica, dinâmica e caraterísticas de populações estelares com muita observação ao telescópio e, atualmente desenvolve um modelo que estuda o impacto do meio ambiente galáctico na evolução das condições para a vida na Terra. É professor no Departamento de Física da FCUL onde formou muitos alunos e Diretor do OAL. Atualmente também está ligado ao Mestrado do Ensino da Física do Instituto de Educação/FCUL. Foi fundador e instalou o Centro de Astronomia e Astrofísica da UL (em 2002 no OAL. Foi seu Coordenador Científico até 2007, centro que juntamente com o CAUP formou o atual IA.
É fundador e sócio da Sociedade Portuguesa de Astronomia (1999), sócio da Sociedade Portuguesa de Física (atual tesoureiro), membro do Conselho Científico do Centro Ciência Viva do Lousal e participa regularmente noutras atividades da Agência Ciência Viva. Em 2001 planeou e executou a instalação do Centro Horário no OAL e é responsável pela manutenção da Hora Legal no OAL e sua distribuição.
É fundador e organizador das atividades públicas mensais (e outras) no OAL desde 1994. Coordenou muitas outras atividades públicas desde 1994 como eclipses solares e lunares, trânsito de Vénus, Ciência Viva no Verão, Astrofestas, participação em exposições na Fundação Calouste Gulbenkian, Museu de Ciência da Lisboa, etc., observações astronómicas públicas em muitos locais.

O ensino de grande qualidade está-lhe no sangue, define-o, e para além das muitas participações em simpósios, conferências e palestras convidadas, durante 5 anos fez um programa semanal de ciência na Antena 2, “O Canto da Ciência” de sua autoria.
Além disso sabe andar de bicicleta.

 

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