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Efemérides do Eclipse Solar (20-março) | Observatório Astronómico de Lisboa

Efemérides do eclipse solar de 20 de março de 2015 para Portugal

No continente e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira o eclipse será visível parcialmente. A tabela abaixo mostra as horas das circunstâncias locais do eclipse parcial do sol para várias cidades portuguesas. Os instantes apresentados estão referenciados à Hora Legal no período da hora de inverno.

A  informação em forma visual sobre a hora do máximo e a área do Sol coberta, em função da localidade de observação, pode ser encontrada nesta página.

Cir_Locais_nv_final

Nota:

A Grandeza do Eclipse (ou Magnitude do Eclipse) é a fração de cobertura do diâmetro do disco solar, considerando o diâmetro do Sol como unidade.

A Obscuridade é a percentagem de cobertura da área do disco solar.

ATENÇÃO: a observação do Sol pode ser perigosa!

Certifique-se que conhece todos os perigos e as formas seguras de observar. Consulte a nossa página com informação completa: Observar o Sol em segurança

Detalhes Técnicos da Observação: os Pontos de Contacto no Disco Solar

Ângulo de posição – Para observar o primeiro contato, é necessária não só a hora respetiva mas também a localização onde o bordo solar é tocado. Esse ponto define-se pelo seu ângulo de posição P, isto é, entre o ponto C do contato e a direção do polo boreal celeste (N na Fig.1). Está convencionado contá-lo de 0° até 360° a partir do ponto norte N do limbo (dirigido ao polo norte celeste) e no sentido directo (contrário ao movimento dos ponteiros dum relógio), ou seja  N.E.S.W.N. como se indica na figura.

Ang_posicao_Lx

Fig.1

Ângulo ao vértice – Como é algo difícil determinar exatamente o ponto norte N do limbo de um astro, mas pelo contrário, é sempre fácil identificar o ponto mais alto desse limbo, designado por vértice, prefere-se muitas vezes tomar esta origem para contar o ângulo do ponto de contato C. Este novo ângulo chama-se ângulo ao vértice (ou ao zénite Z, Fig. 2) e vai do ponto C de contato ao zénite (Fig. 2), contando-se do mesmo modo que os ângulos de posição.
Designando-se por V o ângulo ao vértice e por q o ângulo paralático, isto é, o que formam entre si as direções do polo boreal e do zénite, no centro do astro, tem-se que P = V – q.

Ang_vertice_Lx

Fig.2 –  Mostrando 1 º ponto de contato (C) no disco solar para Lisboa.