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Noites no Observatório – 29 de Julho 2017 | Observatório Astronómico de Lisboa

IMPORTANTE: A sessão mensal das Noites no Observatório é realizada atualmente no Planetário Calouste Gulbenkian – Centro Ciência Viva.

A atividade das Noites no Observatório deste mês, será realizada no sábado 29–julho–2017 no Planetário Calouste Gulbenkian – Centro Ciência Viva.

Neste dia celebramos os 52 anos do Planetário. Às 20:30 festejamos no exterior do Planetário ao som contagiante da Dixie Band da Banda da Armada. Venha ter connosco,  prove uma limonada cósmica, uma fatia de bolo e cante os parabéns!

A sessão terá início com a palestra às 21:30. Após a palestra haverá um pequeno espetáculo de música e efeitos na cúpula do Planetário. As observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.

A palestra terá como tema “Por que não Anda o Tempo para Trás?”, por Marina Cortês, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).


Atenção:

  1. Apesar de ter acesso livre a atividade requer uma inscrição prévia que se efetua AQUI.
  2. É necessário consultar a seguinte página para mais informações acerca desta atividade.

“Por que não Anda o Tempo para Trás?”

Por que é que o futuro é diferente do passado?

O facto mais marcante do mundo à nossa volta é que o tempo está sempre a avançar. Lembramo-nos do passado mas não do futuro, podemos transformar ovos numa omelete, mas não omeletes em ovos, a nossa idade aumenta, mas nunca diminui, etc.

Por mais curioso que seja, as nossas teorias em física contemporânea não têm resposta para esta questão. Nesta palestra irei descrever o meu trabalho com Lee Smolin (Canadá) no estudo da origem da direção do tempo, e como incorporá-la na compreensão do universo à nossa volta.

 

Nota Biográfica:

Marina Cortês obteve o seu doutoramento em Cosmologia Teórica em 2008 na Universidade de Sussex (Reino Unido) e na Universidade de Cape Town (África do Sul).

Atualmente é investigadora no Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), tendo antes desenvolvido trabalho em muitos centros à volta do mundo, entre estes o Lawrence Berkeley National Lab (California, US), University of Edinburgh (UK), Universidade de Lisboa (Portugal), Perimeter Institute for Theoretical Physics (Canada), African Institute for Mathematical Sciences (South Africa), e Institute for the Early Universe (Korea). Em 2011 recebeu o prémio europeu de investigação Marie Curie Fellowship.

A Marina tem paixão pela investigação das origens do tempo no Universo, um trabalho que realiza em colaboração com o prestigiado cientista Lee Smolin (Canadá). Em 2015, este trabalho dos dois cientistas foi galardoado com o Prémio Inaugural Buchalter Cosmology Prize (1º lugar).